
Hiago Fernandes
A abertura de áreas de pastagem foi a principal causa do desmatamento da Amazônia entre 1985 e 2023, aponta um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quinta-feira (03). Imagens de satélite analisadas pela rede mostram que, nesse período, a área de pastagem cresceu mais de 363%, passando de 12,7 milhões de hectares para 59 milhões. Isso representa uma expansão de 46,3 milhões de hectares em menos de quatro décadas. Com isso, somente em 2023, os pastos ocupavam 14% da Amazônia. Segundo o monitoramento, na região conhecida como Amacro (um trecho que abrange 45 milhões de hectares no Amazonas, Acre e Rondônia), o crescimento foi ainda mais expressivo. Na região, a área de pastagem se expandiu 11 vezes, resultando na perda de quase toda a vegetação nativa. Entre 1985 e 2023, 13% da perda líquida de vegetação na Amazônia aconteceu nessa região, que é conhecida como "fronteira do desmatamento".
Chega ao fim nesta quinta-feira (03) a veiculação do horário eleitoral gratuito em rádio e televisão, iniciada em 30 de agosto. Durante esse período, eleitores de todo o país tiveram a oportunidade de acompanhar as propostas dos candidatos às prefeituras e câmaras municipais, em preparação para o 1º turno das eleições, que acontece neste domingo, 06 de outubro. Em Livramento a propaganda eleitoral foi transmitida exclusivamente pelas rádios, permitindo que os eleitores conhecessem as plataformas dos candidatos e pudessem refletir sobre suas escolhas para o pleito. Com o término do horário eleitoral gratuito nesta quinta-feira, encerra-se também o período permitido para a divulgação de propaganda eleitoral nas mídias de rádio e TV, referente ao 1º turno das eleições municipais.
O Brasil vive um momento crítico em relação ao clima, marcado por queimadas descontroladas, seca intensa e escassez de chuvas em diversas regiões. Esses fenômenos têm agravado a situação ambiental e afetado tanto o ecossistema quanto a vida da população, gerando impactos na agricultura, abastecimento de água e no aumento das emissões de gases. As queimadas se espalham por várias áreas do país, especialmente na Amazônia, Pantanal e Cerrado.
Em 2024, os incêndios florestais voltaram a bater recordes, destruindo vastas áreas de vegetação e ameaçando a fauna local. Grande parte dessas queimadas é provocada pelo desmatamento ilegal e práticas agrícolas inadequadas, que aumentam a vulnerabilidade do solo e intensificam os efeitos das mudanças climáticas. A destruição das florestas compromete ainda mais a capacidade de absorção de carbono, contribuindo para o aquecimento global. Ao mesmo tempo, a escassez de chuvas afeta regiões como o Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, trazendo sérias consequências para o abastecimento hídrico e a produção de alimentos. A crise hídrica se reflete diretamente nas cidades, com racionamento de água, e no setor elétrico, com a dependência de usinas hidrelétricas em risco pela baixa nos reservatórios, o que gera o aumento de valor nas contas de energia. O agronegócio, que é um dos pilares da economia brasileira, também sofre com a falta de chuvas, causando prejuízos na produção de grãos e aumento nos preços dos alimentos. A seca prolongada no Semiárido, em particular, já é considerada uma das piores dos últimos anos, afetando diretamente milhares de famílias que dependem da agricultura de subsistência. Com rios secando e pastagens destruídas, o cenário agrava a pobreza na região e dificulta ainda mais a vida de quem já enfrenta desafios históricos ligados à falta de água. Os especialistas alertam que a combinação entre desmatamento, queimadas, secas e escassez de chuvas é um reflexo das mudanças climáticas globais, mas também das ações locais que contribuem para o agravamento dessas condições. É necessário um esforço coordenado para controlar os incêndios, preservar o meio ambiente e buscar soluções sustentáveis para a agricultura e o uso dos recursos hídricos. A situação climática do Brasil exige uma resposta urgente das autoridades, setor privado e sociedade civil, que precisam agir juntos para mitigar os impactos dessas mudanças, garantir a proteção dos biomas e criar alternativas sustentáveis para o desenvolvimento econômico.
A partir desta terça-feira, 01 de outubro, os consumidores brasileiros enfrentarão um aumento na conta de energia elétrica, com a aplicação da bandeira tarifária vermelha no patamar 2. Isso significa que serão cobrados R$ 7,877 a mais para cada 100 quilowatts-hora consumidos. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida foi tomada devido ao risco hidrológico, causado pela baixa incidência de chuvas e pela queda nos níveis dos reservatórios, além do aumento no custo da energia elétrica no mercado, impulsionado pela seca. Em setembro, a bandeira tarifária já estava no nível vermelho, mas no patamar 1, com um impacto menor na conta. Desde abril de 2022, o país havia experimentado um longo período de bandeiras verdes, que foi interrompido em julho deste ano com a entrada da bandeira amarela. Após um breve retorno da bandeira verde em agosto, o cenário voltou a se agravar em setembro com a retomada da bandeira vermelha, que não era acionada desde agosto de 2021, quando o Brasil enfrentou uma severa crise hídrica. Esse aumento no custo da energia é mais um reflexo das condições climáticas adversas, que continuam a impactar o setor elétrico e, consequentemente, os bolsos dos consumidores.
A partir desta terça-feira, 01 de outubro, os consumidores brasileiros enfrentarão um aumento na conta de energia elétrica, com a aplicação da bandeira tarifária vermelha no patamar 2. Isso significa que serão cobrados R$ 7,877 a mais para cada 100 quilowatts-hora consumidos. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida foi tomada devido ao risco hidrológico, causado pela baixa incidência de chuvas e pela queda nos níveis dos reservatórios, além do aumento no custo da energia elétrica no mercado, impulsionado pela seca. Em setembro, a bandeira tarifária já estava no nível vermelho, mas no patamar 1, com um impacto menor na conta. Desde abril de 2022, o país havia experimentado um longo período de bandeiras verdes, que foi interrompido em julho deste ano com a entrada da bandeira amarela. Após um breve retorno da bandeira verde em agosto, o cenário voltou a se agravar em setembro com a retomada da bandeira vermelha, que não era acionada desde agosto de 2021, quando o Brasil enfrentou uma severa crise hídrica. Esse aumento no custo da energia é mais um reflexo das condições climáticas adversas, que continuam a impactar o setor elétrico e, consequentemente, os bolsos dos consumidores.
Em decisão unânime, o Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu às Testemunhas de Jeová o direito de recusar transfusões de sangue em tratamentos realizados na rede pública de saúde. Esse entendimento, entretanto, não se estende a menores de 18 anos. Os adultos, que optarem por não receber sangue, terão acesso a tratamentos alternativos disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja na localidade onde residem ou em outro município, com todas as despesas cobertas pelo Estado. A decisão dos ministros do STF foi baseada nos princípios constitucionais que asseguram a dignidade da pessoa humana e a liberdade religiosa. O tribunal reconheceu que essa escolha pessoal, respaldada por convicções religiosas, deve ser respeitada, desde que existam opções terapêuticas viáveis. Após o julgamento, a Associação Testemunhas de Jeová Brasil emitiu um comunicado celebrando a decisão, afirmando que ela oferece mais segurança jurídica tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. O grupo destacou que o Brasil agora se alinha a outras nações, como Estados Unidos, Canadá e Chile, que já reconhecem esse direito em seus sistemas de saúde.
Os proprietários de veículos com placas terminadas em 5 têm até a próxima sexta-feira, 27 de setembro, para regularizar o pagamento integral do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Nessa data, é possível quitar a quinta e última parcela ou o valor total em cota única, sem desconto. Já os donos de veículos com placas finalizadas em 6 devem realizar o pagamento até a segunda-feira, 30 de setembro. Além disso, este mês marca o fim de alguns prazos de parcelamento para placas de finais 7, 8, 9 e 0. Nos dias 27 e 30 de setembro, vencem a terceira parcela para os veículos com placas 9 e 0, e a quarta para aqueles com placas 7 e 8, respectivamente.
Os pagamentos podem ser efetuados nos canais de atendimento dos bancos parceiros da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-Ba), que incluem o Banco do Brasil, Bradesco e Sicoob. Para os veículos com outros finais de placa, os prazos seguem até o final do ano: 30 de outubro para placas finalizadas em 7, 31 de outubro para final 8, 28 de novembro para final 9 e 29 de novembro para final 0. O mês de outubro também traz vencimentos importantes para aqueles que optaram pelo parcelamento. Nos dias 30 e 31 de outubro, vence o prazo da quinta e última parcela ou do pagamento em cota única para veículos de finais 7 e 8, e da quarta parcela para veículos de finais 9 e 0. O calendário anual de quitação do IPVA encerra-se em novembro, com o prazo final no dia 28 para veículos com placas finalizadas em 9 e no dia 29 para aqueles com placas de final 0.
Um estudo recente do Banco Central revelou uma situação preocupante: em agosto, cerca de R$ 3 bilhões do Bolsa Família foram gastos em casas de apostas online. O levantamento indicou que 5 milhões de beneficiários do programa, de um total de 20 milhões, destinaram, em média, R$ 100 a essas plataformas, utilizando o sistema de pagamento Pix. O dado mais alarmante é que 70% desses apostadores são chefes de família, responsáveis por gastar aproximadamente R$ 2 bilhões em apostas.
A investigação foi solicitada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), que agora busca medidas legais para enfrentar o problema. Aziz pretende acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) para suspender temporariamente todas as plataformas de apostas eletrônicas no Brasil até que haja uma regulamentação federal adequada. Ele destacou a seriedade da questão, afirmando que o uso de recursos de programas sociais em jogos de azar coloca em risco a subsistência de milhões de famílias de baixa renda. O relatório do Banco Central considerou apenas as transações realizadas via Pix, abrangendo apostas esportivas e cassinos online. No entanto, especialistas acreditam que o valor total pode ser ainda maior, uma vez que outros métodos de pagamento, como cartões de crédito e débito, não foram incluídos no levantamento. Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, também demonstrou preocupação com o crescimento expressivo das transferências para plataformas de apostas, que aumentaram 200% desde o início do ano. Ele alertou para o impacto negativo desse comportamento no aumento da inadimplência entre as famílias beneficiadas. Em resposta, o Ministério da Fazenda, sob a liderança de Fernando Haddad, anunciou que todas as plataformas de apostas que não buscarem autorização para operar no Brasil até o fim de setembro serão suspensas. O ministro descreveu a disseminação das apostas como uma "pandemia" e reforçou a necessidade urgente de regulamentar o setor. A intenção é proteger os cidadãos, especialmente os mais vulneráveis, da dependência financeira e psicológica causada pelos jogos de azar, assegurando que os recursos do Bolsa Família sejam destinados ao seu objetivo original: garantir o sustento das famílias em situação de vulnerabilidade.
Nesta quarta-feira (25), o preço da saca de 60 quilos do café arábica registrou um aumento, sendo comercializada a R$ 1.507,17 na capital paulista, representando uma alta de 1,29%. O café robusto também teve valorização, com o preço subindo 0,99%, alcançando R$ 1.524,99. Esses valores se referem à retirada das sacas em pontos estratégicos de produção, como Colatina e São Gabriel da Palha, no Espírito Santo, regiões reconhecidas pela qualidade do café. O mercado do açúcar cristal em São Paulo, por outro lado, apresentou queda de 0,51%, sendo negociado a R$ 143,56 por saca. No litoral paulista, a saca de 50 quilos do mesmo produto teve um aumento de 0,91%, com o valor ajustado para R$ 161,64, sem a inclusão de impostos. Já o milho, essencial para a agroindústria, teve um reajuste de 0,88%, sendo vendido a R$ 63,24 por saca de 60 quilos na região de Campinas, São Paulo. Os dados foram divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
A conta de energia elétrica no Brasil deverá continuar elevada até o final de 2024, com a expectativa de permanência das bandeiras tarifárias amarela ou vermelha, que resultam em acréscimos no valor das faturas. A informação foi compartilhada pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, durante uma entrevista concedida na quarta-feira (18). Segundo Feitosa, é provável que as tarifas continuem sob as bandeiras mais onerosas até o fim do ano. Atualmente, está em vigor a bandeira vermelha no patamar 1, o que significa uma cobrança adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Uma residência típica em áreas urbanas no Brasil costuma consumir entre 150 kWh e 200 kWh mensalmente, excluindo o uso de ar-condicionado. Isso implica em um impacto significativo nas contas dos consumidores ao longo do ano.
A disparidade salarial entre homens e mulheres no Brasil aumentou desde o início de 2024, com as mulheres agora ganhando, em média, 20,7% menos que os homens no setor privado. Essa informação foi revelada em um relatório divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego na quarta-feira (18). No começo do ano, essa diferença era de 19,4%, o que mostra um agravamento na desigualdade. O relatório também destaca que essa disparidade se torna ainda mais evidente em cargos de direção e gerência, onde as mulheres recebem apenas 73% do salário pago aos homens nas mesmas funções. Isso significa que as mulheres ganham 27% menos do que seus colegas homens em posições de liderança, evidenciando a falta de equidade de gênero no mercado de trabalho. O levantamento abrange 18 milhões de trabalhadores em mais de 50 mil empresas com, pelo menos, 100 funcionários. Nessas companhias, o salário médio é de R$ 4.125, mas essa média não reflete as variações salariais quando se leva em conta diferenças de gênero e raça, que continuam a perpetuar a desigualdade no ambiente corporativo.
A conta de energia elétrica no Brasil deverá continuar elevada até o final de 2024, com a expectativa de permanência das bandeiras tarifárias amarela ou vermelha, que resultam em acréscimos no valor das faturas. A informação foi compartilhada pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, durante uma entrevista concedida na quarta-feira (18). Segundo Feitosa, é provável que as tarifas continuem sob as bandeiras mais onerosas até o fim do ano. Atualmente, está em vigor a bandeira vermelha no patamar 1, o que significa uma cobrança adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Uma residência típica em áreas urbanas no Brasil costuma consumir entre 150 kWh e 200 kWh mensalmente, excluindo o uso de ar-condicionado. Isso implica em um impacto significativo nas contas dos consumidores ao longo do ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve decidir nesta semana, segundo auxiliares, sobre uma eventual volta do horário de verão. A medida foi colocada na mesa de discussões do governo em razão da seca recorde pela qual passa o país e a chegada do período de calor mais intenso na maior parte do território nacional. A seca diminui o nível dos reservatórios das hidrelétricas, maior fonte da energia elétrica no país. O calor aumenta o uso de eletrodomésticos como o ar-condicionado e, consequentemente, aumenta o consumo de energia. O horário de verão foi extinto em 2019, primeiro ano do governo Jair Bolsonaro. Na época, o governo alegou que a economia de energia era baixa e não justificava a adoção da medida.
O horário de verão consiste em, nos meses do verão — quando faz mais calor e os dias têm luz natural por mais tempo — adiantar o relógio em uma hora. Assim, quando as pessoas chegam em casa após o trabalho e começam a ligar aparelhos, não precisam ligar também as lâmpadas elétricas, o que diminui um pouco a demanda. O acionamento da iluminação urbana também passa para mais tarde, aliviando a carga. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema (ONS) vão apresentar nos próximos dias um estudo sobre o horário de verão nas atuais circunstâncias. A decisão final caberá a Lula, e será uma decisão não só técnica, mas também política, já que o horário de verão mexe com a rotina da sociedade.
O ex-BBB Felipe Prior é réu em mais um processo pelo crime de estupro após a Justiça de São Paulo aceitar uma nova denúncia do Ministério Público contra ele. Ele já foi condenado por um estupro cometido em 2014. Na última semana, o MP apresentou suas alegações finais — o último momento processual em que as partes apresentam seus argumentos antes da sentença. A defesa do réu ainda não se manifestou. A denúncia foi oferecida em maio de 2023 e aceita pela Justiça em junho de 2023. O g1 procurou a defesa de Felipe Prior e aguarda retorno. Segundo as alegações finais apresentadas na última quarta-feira (11), durante uma viagem em fevereiro de 2015, na cidade de Votuporanga, interior de São Paulo, Prior forçou relação sexual com a vítima dentro de uma barraca. Segundo depoimentos da vítima e de testemunhas, Prior interrompeu a ação quando ouviu que uma amiga da ofendida estava indo em direção à barraca. Nesse momento, ela teria conseguido empurrar o acusado e se livrar da violência. Em depoimento, Felipe Prior confirmou praticou sexo com a vítima, mas negou o emprego de violência e afirmou que a relação sexual foi consentida.
A cachaça, famosa aguardente brasileira, tem ganhado cada vez mais prestígio e espaço no mercado de luxo. Tradicionalmente conhecida por seus diversos apelidos como pinga e caninha, a bebida, cuja origem remonta aos engenhos de açúcar do século XVI, onde era produzida por negros escravizados, agora atinge patamares surpreendentes, com garrafas sendo vendidas por até R$ 20 mil em leilões. Em comemoração ao Dia da Cachaça, celebrado nesta sexta-feira (13), o professor Tibério Gil, especialista em alimentos e bebidas do Senac Campinas, falou sobre o crescente mercado "Extra Premium" desse destilado. Segundo Gil, a cachaça tem passado por um processo de refinamento em sua produção, posicionando-se como uma "bebida do futuro".
As cachaças desse segmento são valorizadas não só pela qualidade, mas também pelas embalagens luxuosas, que frequentemente incluem garrafas de cristal, detalhes em ouro e rótulos elaborados por artistas plásticos. A exclusividade é um dos principais atrativos desse mercado, com colecionadores disputando garrafas em leilões onde o valor não se limita apenas ao conteúdo, mas também ao requinte das embalagens, que podem até ser feitas em madeiras nobres e adornadas com chaves folheadas a ouro. Esse mercado de cachaças "Extra Premium" reflete a sofisticação crescente dessa bebida tipicamente brasileira, que agora vai além de sua tradição popular, alcançando o público apreciador de itens colecionáveis e de luxo.