
Operador 88
A Embaixada da China no Brasil comunicou no último sábado (02) a habilitação de 183 empresas brasileiras para exportar café ao mercado chinês, em medida válida pelos próximos cinco anos. O anúncio foi feito por meio da rede social X e compartilhado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. A autorização entrou em vigor na última quarta-feira (30), mesma data em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instituiu uma tarifa de 50% sobre diversos produtos brasileiros, incluindo o café, gerando impacto nas exportações do setor. A medida chinesa abre uma importante oportunidade para as empresas brasileiras ampliarem sua presença no mercado asiático, compensando possíveis efeitos das barreiras tarifárias impostas por outros países.
Após uma série de aumentos iniciada em setembro do ano passado, o Banco Central decidiu pausar o ciclo de elevação da taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) optou, de forma unânime, por manter a Selic em 15% ao ano, em meio à desaceleração da economia e à queda nos índices de inflação. A decisão, amplamente antecipada pelo mercado financeiro, representa um momento de cautela da autoridade monetária diante de um cenário internacional mais incerto. No comunicado oficial, o Copom destacou que o agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e Brasil — com anúncios de novas tarifas por parte do governo norte-americano — contribuiu para o aumento das incertezas quanto ao comportamento futuro dos preços. Apesar da interrupção nos ajustes, o comitê sinalizou que poderá retomar as altas caso o ambiente econômico exija. A taxa Selic permanece no patamar mais elevado desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. O atual ciclo de aperto monetário teve início em setembro do ano passado, após um período de estabilidade nos juros em 10,5%. Desde então, a Selic passou por sete aumentos graduais, que variaram entre 0,25 e 1 ponto percentual. A manutenção dos juros, neste momento, indica que o Banco Central busca avaliar os próximos movimentos da economia antes de definir novos rumos para a política monetária.
O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) alcançou um novo patamar histórico e superou, pela primeira vez, a marca de R$ 7,8 trilhões. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional na segunda-feira (28), o montante passou de R$ 7,67 trilhões em maio para R$ 7,88 trilhões em junho — um aumento de 2,77% no período. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo pagamento de juros e pelo baixo volume de vencimentos de títulos no mês passado. Somente na dívida interna, chamada Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), o avanço foi de 2,99%, saindo de R$ 7,36 trilhões para R$ 7,58 trilhões. Essa elevação se deve, em grande parte, à emissão líquida de papéis prefixados e à incorporação de R$ 65,13 bilhões em juros. O mecanismo de apropriação de juros, que representa a atualização do valor dos títulos conforme os encargos financeiros contratados, segue pressionando o endividamento, especialmente com a Taxa Selic mantida em 15% ao ano. Segundo o Tesouro, em junho, foram emitidos R$ 161,31 bilhões em novos títulos da dívida interna, enquanto os resgates ficaram em apenas R$ 6,69 bilhões — resultado de um cronograma leve de vencimentos no mês. Em contrapartida, a Dívida Pública Federal externa (DPFe), que corresponde a títulos emitidos no mercado internacional, teve leve queda de 2,28%, encerrando junho em R$ 302,12 bilhões. A principal causa dessa redução foi a valorização do real frente ao dólar, que recuou cerca de 4,4% no período. Apesar do novo recorde, o estoque da DPF segue dentro da projeção oficial. O Plano Anual de Financiamento (PAF) prevê que, até o final de 2025, o total da dívida federal esteja entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.
A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e transformou o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, em réu por tentativa de homicídio qualificado contra agentes da Polícia Militar. A decisão foi proferida pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal, que também determinou um novo mandado de prisão preventiva contra o artista. Oruam já estava preso preventivamente por outros sete crimes relacionados a um episódio ocorrido no dia 21, quando ele e um grupo de pessoas teriam impedido o cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um adolescente suspeito de tráfico e roubo no Complexo da Penha. De acordo com a denúncia, após a apreensão do menor, Oruam e o amigo Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira — agora também réu — teriam jogado pedras pesadas, de até 4,85 kg, contra os policiais de uma varanda situada a cerca de 4,5 metros de altura. Um dos agentes foi atingido nas costas, e outro precisou se proteger atrás de uma viatura. O Ministério Público sustenta que os acusados agiram com dolo eventual, ou seja, assumiram o risco de provocar a morte dos policiais. O órgão ainda aponta que os ataques configuram motivo torpe e meio cruel, o que agrava a acusação e pode enquadrá-los na Lei dos Crimes Hediondos. Imagens registradas na ocasião mostram o rapper esmurrando um carro da polícia. Além da agressão física, Oruam teria incitado violência contra os agentes por meio das redes sociais, chegando a desafiar abertamente a atuação da polícia na comunidade. Após passar horas foragido, o artista se entregou no dia seguinte à operação, em 22 de julho. Além da nova acusação por tentativa de homicídio, ele responde por tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato, ameaça, lesão corporal e dano qualificado. As investigações seguem em andamento, e a defesa de Oruam ainda não se manifestou publicamente sobre as acusações mais recentes.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, a deputada federal Helena da Asatur (MDB) e o empresário Renildo Lima, marido da parlamentar, foram alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (30), no âmbito da Operação Caixa Preta. A ação investiga suspeitas de crimes eleitorais relacionados às eleições municipais de 2024, em Roraima. Agentes da PF estiveram na residência de Samir Xaud, bem como na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Segundo nota divulgada pela confederação, a operação não tem relação com a entidade esportiva ou com o futebol brasileiro. A CBF também afirmou que Xaud "não é o centro das apurações". A ofensiva da Polícia Federal incluiu o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão e o bloqueio de R$ 10 milhões em contas ligadas aos investigados. A investigação teve início após a prisão de Renildo Lima durante o período eleitoral de 2024, quando foi flagrado com R$ 500 mil em espécie — parte do valor escondido na cueca —, fato que levantou suspeitas de compra de votos. Samir Xaud e Helena da Asatur são filiados ao MDB e pertencem ao mesmo grupo político em Roraima. Xaud, antes de assumir a presidência da CBF, chegou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2022, mas não foi eleito. Até o momento, as defesas de Xaud, Helena e Renildo não se pronunciaram sobre a operação. A investigação segue em curso sob sigilo judicial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a demonstrar insatisfação com o governo dos Estados Unidos diante da decisão do presidente Donald Trump de aplicar tarifas adicionais sobre produtos brasileiros. Em entrevista ao jornal norte-americano The New York Times, publicada na madrugada desta quarta-feira (30), Lula revelou que tem buscado contato com autoridades americanas, mas não obteve retorno. “Ninguém quer conversar”, lamentou. As novas medidas tarifárias, que incluem uma sobretaxa de 50% sobre importações brasileiras, estão previstas para entrar em vigor nesta sexta-feira (01), caso nenhuma negociação altere o cenário até lá. Lula classificou a decisão como arbitrária e destacou que o Brasil não pretende se curvar diante das pressões. Durante a entrevista, Lula criticou o estilo confrontador de Trump, especialmente nas redes sociais, e voltou a chamar o líder norte-americano de “imperador”. Apesar do tom firme, o chefe do Executivo brasileiro disse que o país está “preocupado” com os impactos econômicos da medida, mas frisou que não há espaço para temor. “O Brasil não vai abaixar a cabeça”, declarou. A imposição das tarifas tem gerado tensão diplomática e preocupação entre setores econômicos brasileiros, principalmente os voltados à exportação. O governo segue tentando canais de diálogo com os Estados Unidos para reverter ou ao menos mitigar os efeitos das sanções.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vetar integralmente a proposta que previa a diminuição da pena mínima para o crime de lavagem de dinheiro no Brasil. O projeto, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional, propunha a redução da pena de três para dois anos de reclusão, mantendo o teto em 12 anos — atualmente, a punição varia entre três e dez anos. Na mensagem enviada ao Legislativo e publicada nesta terça-feira (29) no Diário Oficial da União, o presidente justificou que a mudança seria prejudicial ao sistema jurídico nacional. A proposta modificava a Lei nº 9.613, de 1998, que tipifica o crime de ocultação ou dissimulação de bens, direitos e valores oriundos de atividades ilícitas. Essa legislação também é responsável por instituir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão essencial na prevenção do uso do sistema financeiro para finalidades criminosas. Com o veto presidencial, continuam em vigor as regras atuais da lei, que é considerada uma das principais ferramentas legais no combate à criminalidade financeira e ao desvio de recursos públicos.
Tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ficar bem mais acessível nos próximos anos. Um projeto em análise pelo Ministério dos Transportes prevê mudanças significativas no processo de obtenção do documento, com destaque para a possível extinção da obrigatoriedade das aulas em autoescolas para as categorias A e B — que abrangem motocicletas e carros de passeio. Caso a proposta avance, o custo médio da habilitação, hoje em torno de R$ 3,2 mil, poderá sofrer uma redução de até 80%. A medida, segundo o ministro Renan Filho, visa ampliar o acesso da população à habilitação, especialmente entre jovens em busca do primeiro emprego ou pessoas que pretendem atuar em funções que exigem carteira de motorista. Mesmo com a mudança, as aulas continuarão disponíveis nas autoescolas, porém como opção facultativa. Já as provas teórica e prática aplicadas pelos Detrans permanecerão obrigatórias, garantindo a avaliação da capacidade dos futuros condutores. Atualmente, a legislação exige ao menos 20 horas de prática para quem deseja se habilitar. Com a nova proposta, o candidato poderia se preparar por conta própria, desde que esteja apto a passar nos exames finais. O projeto ainda está em elaboração e deve ser debatido com o setor de trânsito e outros órgãos reguladores.
A deputada federal Carla Zambelli foi capturada pela polícia italiana na tarde de terça-feira (29), em Roma. A informação foi confirmada por autoridades brasileiras ligadas à Polícia Federal. Ela estava foragida desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) a condenou a 10 anos de prisão, em razão de seu envolvimento na invasão dos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023. Após a sentença, Zambelli deixou o país, passando a figurar na lista de procurados da Interpol. Sua prisão ocorreu após a denúncia do deputado italiano Angelo Bonelli, que informou à polícia o local onde ela estaria escondida na capital italiana. A Polícia Federal do Brasil divulgou nota oficial afirmando que a parlamentar será submetida a um processo de extradição, de acordo com os acordos internacionais assinados pelo Brasil e conforme o ordenamento jurídico italiano. A Justiça brasileira agora aguarda o desenrolar dos trâmites legais para que Zambelli retorne ao país e inicie o cumprimento da pena.
Os lares brasileiros enfrentam um cenário financeiro cada vez mais desafiador. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, o nível de endividamento das famílias com o sistema financeiro nacional voltou a crescer em maio, alcançando 49% da renda acumulada ao longo do ano — um patamar próximo do recorde histórico registrado em julho de 2022, que foi de 49,9%. Mesmo com uma leve redução nas dívidas ligadas ao setor imobiliário, o comprometimento geral da renda com empréstimos e financiamentos aumentou. Desconsiderando os contratos habitacionais, o índice foi de 30,7%. Já o percentual da renda mensal utilizado para quitar essas dívidas subiu para 27,8%. Quando excluídas as parcelas relacionadas à compra da casa própria, o comprometimento ficou em 25,7%. Esse quadro mostra que, mesmo em meio a tentativas de reequilíbrio orçamentário por parte das famílias, os compromissos com o setor financeiro seguem pesando no bolso. A situação exige cautela com novas dívidas e reforça a importância da educação financeira, especialmente em tempos de juros elevados e renda estagnada.
Um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelas Nações Unidas trouxe uma boa notícia: o Brasil deixou novamente o Mapa da Fome. A nova avaliação da FAO, braço da ONU para Alimentação e Agricultura, mostra que menos de 2,5% da população brasileira enfrenta risco de subnutrição, índice que retira o país da classificação de insegurança alimentar grave. O Mapa da Fome é uma ferramenta internacional que monitora a capacidade das populações de acessar alimentos em quantidade e qualidade adequadas para garantir uma vida ativa e saudável. De acordo com os critérios da ONU, são consideradas desnutridas as pessoas que, de forma crônica, ingerem menos calorias e nutrientes do que o necessário para manter uma boa saúde. Após um período de três anos em que o país voltou a figurar entre as nações com níveis alarmantes de fome, a nova avaliação representa um avanço significativo. O resultado reflete os esforços recentes de combate à insegurança alimentar e à pobreza, e recoloca o Brasil entre os países que oferecem condições mínimas de alimentação à maioria da população.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (25), a ativação da bandeira vermelha patamar 2 para o mês de agosto — o nível mais elevado do sistema de cobrança extra na conta de energia. Com a medida, os consumidores passarão a pagar um acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a decisão foi motivada pela persistente escassez de chuvas, que reduziu significativamente os níveis dos reservatórios das hidrelétricas em diversas regiões do país. A baixa oferta de energia hídrica obrigou o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo de geração mais elevado, pressionando as tarifas. Desde junho, o sistema já operava com a bandeira vermelha de patamar 1. Apesar do aumento, parte do impacto será compensada por um crédito referente ao chamado “Bônus de Itaipu”. A Aneel aprovou a liberação de R$ 883,07 milhões, que será distribuída nas faturas dos consumidores residenciais e rurais, amenizando o peso do reajuste neste mês.
Durante evento do Novo PAC realizado na sexta-feira (25), em Osasco, na Grande São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez duras críticas a integrantes da família Bolsonaro, acusando-os de agir contra os interesses do Brasil ao buscar apoio do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio à adoção de tarifas sobre produtos brasileiros. Em um discurso com tom histórico e simbólico, Lula evocou a figura de Tiradentes e relembrou o episódio da Inconfidência Mineira para ilustrar o que considera um ato de traição à pátria. O presidente mencionou o papel de Joaquim Silvério dos Reis, delator do movimento que defendia a independência de Minas Gerais do domínio português, para comparar com os atuais aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que estariam atuando junto ao governo norte-americano em prol de interesses pessoais. A crítica se refere ao suposto envolvimento de membros do círculo bolsonarista em articulações com Trump para pressionar o governo dos EUA a impor tarifas de até 50% sobre produtos do Brasil, como forma de barganha política. Lula classificou essa ação como uma “combinação de sem-vergonhice com antipatriotismo”. A fala ocorre em meio a um contexto político marcado por tensões diplomáticas e investigações envolvendo aliados de Bolsonaro, além da recente decisão dos EUA de aumentar tarifas sobre alguns produtos brasileiros. Lula aproveitou o momento para reforçar a defesa da soberania nacional e do papel do Brasil como protagonista no cenário internacional.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, revelou na quinta-feira (25) que manteve uma conversa com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, sobre as recentes tarifas impostas a produtos brasileiros pelo governo norte-americano. O diálogo ocorreu no último sábado (19) e foi o primeiro contato de alto nível entre os dois países desde o anúncio das taxações feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, há duas semanas. Segundo Alckmin, o objetivo da conversa foi reforçar o interesse do Brasil em buscar uma saída negociada para o impasse, evitando prejuízos mútuos. O vice-presidente ressaltou ainda que a escalada de barreiras pode provocar efeitos negativos tanto para os Estados Unidos, com aumento da inflação, quanto para o Brasil, com queda nas exportações. Em contrapartida, Alckmin propôs aprofundar a integração econômica, ampliar investimentos recíprocos e retomar pautas como o acordo de não bitributação. Embora tenha evitado revelar detalhes sobre a resposta americana, Alckmin classificou o diálogo como construtivo e promissor. A iniciativa do governo brasileiro sinaliza uma tentativa de preservar o canal diplomático com Washington e garantir segurança jurídica para os exportadores nacionais, num momento de tensão crescente no comércio internacional.
Aproximadamente 134 milhões de brasileiros com contas vinculadas ao FGTS terão um reforço financeiro neste ano. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço aprovou, na quinta-feira (25), a distribuição de R$ 12,929 bilhões, referentes ao lucro obtido pelo fundo em 2023. O valor representa 95% do resultado positivo registrado no período, que somou R$ 13,61 bilhões. Embora expressiva, a quantia é quase R$ 10 bilhões inferior ao lucro histórico alcançado no ano anterior, quando o FGTS registrou R$ 23,4 bilhões em ganhos. Ainda assim, a rentabilidade das contas do fundo em 2024 será de 6,05%, superando a inflação acumulada de 4,83% registrada no ano passado. Nos últimos anos, o percentual de lucros repassados aos trabalhadores variou. Em 2023 e 2022, a integralidade — 99% — foi distribuída. Já em 2021, 96% do montante foi compartilhado, e no ano passado, apenas 65%. A aprovação do balanço financeiro e a definição da divisão dos lucros costumam ocorrer em agosto, mas neste ano foram antecipadas para a reunião de julho. O depósito dos valores nas contas dos trabalhadores deverá ocorrer até o fim de agosto.