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Descarte e queima de lixo nas proximidades do Nado gera fumaça tóxica e revolta moradores

  • Por Redação do Jornal da 88

  • 10.Abr.2026 // 15h47

  • Bahia

Descarte e queima de lixo nas proximidades do Nado gera fumaça tóxica e revolta moradores
Foto/Reprodução: Google

Moradores da comunidade do Nado, na zona rural de Livramento de Nossa Senhora, denunciam uma situação preocupante que tem afetado diretamente a qualidade de vida na localidade. Segundo relatos, um ponto de descarte irregular de lixo foi instalado recentemente nas proximidades da comunidade, onde resíduos estariam sendo queimados diariamente. De acordo com os moradores, a fumaça resultante da queima se espalha rapidamente, formando uma espécie de névoa pelas vias e invadindo residências. O odor é descrito como forte e insuportável, causando desconforto constante e levantando preocupações quanto à saúde da população, especialmente de crianças e idosos. A situação, além de incômoda, representa sérios riscos ambientais e sanitários. Especialistas alertam que a criação de lixões a céu aberto não pode ocorrer de forma improvisada. O descarte de resíduos exige planejamento técnico, estudos ambientais e a destinação correta em aterros sanitários licenciados, que contam com estrutura adequada para evitar impactos ao meio ambiente e à saúde humana. A queima irregular de lixo libera gases tóxicos que contaminam o ar e podem provocar problemas respiratórios, irritações e até doenças mais graves a longo prazo. Além disso, o descarte inadequado pode comprometer o solo e contaminar fontes de água subterrâneas, atingindo lençóis freáticos e ampliando os danos ambientais. Os moradores afirmam que já levaram o problema ao conhecimento da gestão municipal, mas, até o momento, nenhuma medida efetiva foi adotada. Diante da ausência de solução, cresce a indignação e o sentimento de abandono por parte da comunidade. A responsabilidade pela gestão adequada dos resíduos sólidos é do poder público municipal, que deve garantir coleta, destinação correta e fiscalização para evitar práticas ilegais como a formação de lixões e a queima de lixo a céu aberto. Caso a situação persista sem providências, a comunidade pode formalizar denúncias junto a órgãos de controle e fiscalização ambiental, como o Ministério Público do Estado da Bahia, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e também por meio de canais oficiais de ouvidoria pública. Registros com fotos, vídeos e relatos detalhados podem fortalecer as denúncias e contribuir para a adoção de medidas urgentes. Enquanto isso, moradores seguem convivendo com os impactos diretos da fumaça tóxica e cobram uma resposta imediata das autoridades para que o problema seja solucionado antes que cause danos ainda maiores.

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