
Marcos Oliver
Um caso de leishmaniose registrado no município de Caculé, na última quinta-feira, dia 22, colocou em evidência a necessidade de intensificar os cuidados preventivos contra a doença. A confirmação do diagnóstico em uma criança chamou a atenção para os riscos da circulação do inseto transmissor, principalmente em áreas mais vulneráveis. A leishmaniose é uma infecção causada por parasitas e transmitida ao ser humano pela picada do mosquito-palha. O inseto costuma se proliferar em ambientes com acúmulo de lixo, matéria orgânica, entulhos e locais onde há presença constante de animais, fatores que favorecem a disseminação da doença. De acordo com orientações de especialistas, os cães são considerados os principais reservatórios do parasita, o que torna fundamental o controle ambiental e o acompanhamento regular da saúde dos animais como medidas de prevenção. Entre os sintomas mais comuns estão febre persistente, cansaço excessivo, perda de peso, aumento do baço e lesões na pele. A recomendação é que, ao perceber qualquer sinal suspeito, a população procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica e diagnóstico precoce, o que aumenta as chances de tratamento eficaz.
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