
Marcos Oliver
Jornalista RAIMUNDO MARINHO
Adaptação da fala na Rádio 88 FM, dia 18.12.2023
Comunista de butique Sobre Flávio Dino no STF (Supremo Tribunal Federal), aprovado pelo Senado, o presidente da República Luís Inácio da Silva disse: “Vocês não sabem como eu estou feliz hoje. Pela primeira vez na história deste país, conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, um companheiro da qualidade do Flávio Dino”. Quem entende diz que comunismo é a ideologia oposta ao capitalismo, que tira a natureza privada dos meios de produção, passando para o controle estatal. Acaba com o setor privado, ao argumento de ser pelo bem comum! Elimina o empreendedor privado, que sempre garantiu a produção dos bens e alimentos que nos sustentam. Tem falhas, claro, mas bastaria se combater os abusos que costumam ser cometidos!
O dito socialismo, outro nome dado ao comunismo, nunca funcionou, em nenhum lugar do mundo. Até a sua própria sede, que era a Rússia, acabou! Ou seja, não é bom! Se fosse tinha dado certo! E não vai chegar ao Brasil só porque há juízes comunistas no STF! Disse-me um colega jornalista que, para ser comunista, é preciso estudar muito! O escritor e também jornalista carioca Guilherme Fiúza certamente diria que Flávio Dino é um “comunista de butique”. Se você gostou ou não da alegria do presidente da República, dê uma pesquisada no assunto, na enciclopedia Google!
Máquinas não param As máquinas pesadas da empresa Araújo Alves, contratadas pela Prefeitura de Livramento, vão trabalhar mais no ano eleitoral. Foi publicado aditivo ao contrato, assinado em 2022, que dá mais dinheiro a ela (R$ 145.860,00). O valor anual vai para R$2.571.085,00. Teriam acabados os serviços previstos! E, ao invés de nova licitação, o prefeito fez o aditivo, eternizando o contrato. Quem ainda tiver lagoa suja, corra lá! O alcaide não deve se importar se for privada! Afinal, o trabalho, das máquinas, não para!
O imperador Joninhas Jonas Gonçalves Caires Filho (Joninhas), servidor público ou equiparado, de Livramento, reagiu de forma patética à publicidade do privilegio que ele recebe de gestores municipais, permitindo-lhe manter tenda comercial e, agora, um trailer, em praça central da cidade, violando o Código de Postura do Município e até o Estatuto do Servidor, obstruindo ainda mais o trânsito na região mais movimentada da cidade. Ele chamou de tendenciosos os meios de comunicação e as pessoas que abordaram o assunto.
Vitimizou-se e aloprou-se, a ponto de sugerir que as pessoas que estão pedindo o respeito à lei e o livre trânsito na praça fossem expulsas de Livramento. Está em áudio dele nos grupos de Zap, e sua fala não teria a menor relevância não fosse ele um contratado da Prefeitura, com relações familiares íntimas com prefeito e vice-prefeita, obtendo facilidades que nenhum outro cidadão consegue. Sua reação, no estilo imperador da Roma antiga, confirma isso!
Para refletir O Sentido da União (de Hora do Ângelus, Pensares para Rezar) - Dois burricos foram atados um ao outro por uma corda, de tal modo que aonde um fosse o outro era obrigado a ir também. Se tomassem rumos diferentes, acabariam por ficar esticando a corda, um puxando o outro, eternamente, no mesmo lugar. E foi isso que aconteceu, na primeira vez em que o dono colocou alimentos para eles. O proprietário colocou o capim em montes separados, um para cada burrico. Mas, displicentemente, não levou em conta que os dois animais estavam atados e deixou os montes de feno em uma distância maior do que o comprimento da corda. Os burricos, então, correram para saborear a refeição, mas não puderam.
Ficaram esticando a corda, sem conseguir alcançar o seu bocado. Após horas de puxa-repuxa, quase para se desmaiarem de fome, os dois se juntaram, parecendo descansar, um ao lado do outro, entre os dois montes de feno. Tinha-se a impressão que refletiam e trocavam idéias. Passados alguns minutos, de forma surpreendente, os dois animais se dirigiram, lado a lado, para um dos montes de capim e comeram-no todo. Em seguida, foram ao outro monte e também comeram-no todo. Saciados, ficaram emparelhados, parecendo sorrir. Atentem bem para a grandeza do ensinamento que pode se tirar dessa fábula. Se aqueles dois burricos foram capazes de compreender a importância da união, da junção de idéias e vontades, permitindo que matassem a fome, imagine o que não podem fazer os seres humanos, dotados da inteligência de Deus! Pensem nisso!
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