
Operador 88
Quatro pessoas ficaram feridas – duas dela, incluindo uma criança, em estado grave – em um acidente entre dois carros nesta última quinta-feira (21) em um trecho da BR-116 em Vitória da Conquista. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal ocorreu perto do entroncamento do distrito de José Gonçalves. Uma tentativa de ultrapassagem teria provocado o acidente. Não há mais informações sobre o estado de saúde das vítimas nem para qual hospital elas foram encaminhadas.
Milhares de baianos terão que celebrar o 25 de dezembro este ano apenas com o espírito do Natal e a ceia em família, porque muitos presentes devem atrasar.
Quem comprou pela internet e aguarda a entrega pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) vai ter que aguardar dois dias a mais além do prazo inicialmente previsto. Os Correios anunciaram que os limites de entrega em todos os serviços oferecidos pela rede – Sedex, Sedex 12 e PAC – foram acrescidos em dois dias.
Apesar de grande parte da humanidade já estar acostumada com a realização das festas de final ano, os Correios justificaram o atraso nas entregas por conta da alta nas compras pela internet, além do fluxo tradicional, que aumenta entre o Natal e Réveillon.
Os Correios devem entregar cerca de 1,2 milhão de encomendas em dezembro só aqui na Bahia. O envio de produtos através de Sedex passou dos 255 mil objetos e do PAC, de 413 mil. O acumulado de encomendas até quarta-feira somava um total de 745 mil. Em relação a 2016, a quantidade representa um aumento de 30%.
Para atender a demanda, a empresa contratou mão de obra terceirizada e a alocação de maior quantidade de veículos na distribuição. A agência recebe, desde novembro, duas aeronaves extra por semana destinadas ao serviço Sedex, que garante a entrega de produtos em até dois dias (acrescido de mais dois neste período), além de cinco carretas a mais por dia. Normalmente, a empresa recebe cerca de 115 carretas diariamente.
Os Correios contam ainda com o apoio da área administrativa nos trabalhos preliminares à distribuição e o aumento da jornada de trabalho com pagamento de horas extras de funcionários.
O jornalista William Waack, que estava afastado da Globo após ser divulgado um vídeo no qual ele protagonizava uma atitude racista, foi demitido da emissora. No comunicado emitido nesta sexta-feira (22), a Globo afirmou que o apresentador reiterou que "nem ali nem em nenhum outro momento de sua vida teve o objetivo de protagonizar ofensas raciais". A emissora informou que Waack "repudia de forma absoluta o racismo, nunca compactuou com esse sentimento abjeto e sempre lutou por uma sociedade inclusiva e que respeite as diferenças" e pediu desculpas pelo ocorrido. "A TV Globo e o jornalista decidiram que o melhor caminho a seguir é o encerramento consensual do contrato de prestação de serviços que mantinham. ?A TV Globo reafirma seu repúdio ao racismo em todas as suas formas e manifestações. E reitera a excelência profissional de Waack e a imensa contribuição dele ao jornalismo da TV Globo e ao brasileiro. E a ele agradece os anos de colaboração", diz a nota assinada pelo diretor de jornalismo, Ali Kamel.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta última quinta-feira (21), que o vício em videogames poderá ser reconhecido como um transtorno mental a partir de 2018, ano em que será divulgada a próxima edição da Classificação Internacional das Doenças (CID). De acordo com informações do Estadão, se o vício em videogames entrar na próxima edição da CID, será a primeira vez que a OMS incluirá uma dependência “tecnológica” na lista de doenças. Na lista, que ainda está sendo preparada, o vício em videogames deverá entrar na categoria “distúrbios devido a um comportamento dependente”, o mesmo, por exemplo, de quem aposta de forma compulsiva. Segundo a OMS, se o transtorno for aceito na lista, o diagnóstico e o tratamento da “doença” poderá ser facilitado. Além disso, a publicação pode incentivar as agências de saúde a investigarem o tema. Para verificar se a pessoa é uma viciada em videogames, os médicos deverão prestar atenção em alguns sintomas. Um deles, é quando o paciente dá prioridade aos videogames “até o ponto em que o jogo prevalece sobre os outros interesses da vida”.
Começa nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 18 de fevereiro de 2018 a Operação Integrada Rodovida, que tem como objetivo reduzir os acidentes nas estradas nos períodos de comemorações de final de ano, férias escolares de verão e Carnaval.
Comandada pelo Ministério da Justiça, por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a operação prevê aumento da fiscalização de trânsito nas estradas para coibir ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, consumo de álcool, atropelamento de pedestres e trânsito irregular de motocicletas.
Criada há sete anos, a operação é desencadeada nos períodos de maior fluxo rodoviário, com apoio da Presidência da República, Casa Civil e dos ministérios das Cidades, da Saúde e dos Transportes.
De acordo com o Ministério da Justiça, este ano a operação vai priorizar ações integradas e simultâneas, com a participação de diversas agências de fiscalização, atuando de forma coordenada e sistêmica. Durante a Rodovida, a PRF otimiza o patrulhamento, com rondas e fiscalização com radares e bafômetros, nos trechos identificados como críticos, levando em conta os horários e dias de maior incidência de eventos, além do reforço na fiscalização, durante a operação também serão desenvolvidas campanhas publicitárias de conscientização no trânsito em todo o país.
Na última edição da Rodovida - de 16 de dezembro de 2016 a 31 de janeiro de 2017 e de 17 de fevereiro de 2017 a 5 de março de 2017 - mais de um milhão e meio de pessoas foram fiscalizadas. No total, foram aplicadas 588.067 autuações, sendo 8.551 por alcoolemia, 66.774 por ultrapassagens irregulares e 4.783 por falta de uso de cadeirinha para crianças.
Foi publicada nesta última quarta-feira (20) a lei que aumenta pena contra motorista que dirigir alcoolizado ou sob o efeito de qualquer outra substância psicoativa. A pena passa a ser de reclusão de 5 a 8 anos, além da suspensão ou proibição do direito de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo. A nova regra entra em vigor em 120 dias.
Antes, o tempo de detenção para quem dirigisse alcoolizado era de dois a quatro anos. A nova legislação também fixa que, se do crime de dirigir sob efeito dessas substâncias resultar lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, o condutor terá como pena a reclusão de dois a cinco anos, além de outras possíveis sanções.
No caso de ocorrer homicídio culposo, a legislação já previa o aumento de um terço da pena. A diferença entre detenção e reclusão é um reforço punitivo contido no projeto sancionado hoje. No caso da detenção, as medidas são, em geral, cumpridas no regime aberto ou semiaberto. Já a reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade, pois é destinada a crimes dolosos – quando há intenção de matar.
Para Márcia Cristina da Silva, advogada voluntária da Associação Preventiva de Acidentes e Assitência as Vítimas de Trânsito (Apatru), esse método da aplicação da lei é a mudança principal. “O método processual muda. Nesse sentido, a pessoa já sabe que, se beber e dirigir, tem o risco de ficar presa, respeitando, claro, o direito de ampla defesa”, detalha. Reforçando esse entendimento, foi acrescentado ao Código de Trânsito Brasileiro um parágrafo que determina que "o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no art. 59 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime". Questionada sobre a real possibilidade da nova norma gerar mudanças no comportamento, a advogada afirma que, “como entidade prevencionista, nossa opinião é sempre que as ações que geram mais frutos são as de educação, inclusive na escola e por meio de programas de educação”.
Todavia, pondera que, para casos recorrentes de pessoas que dirigem sob efeito de psicoativos, é importante uma medida mais rígida, pois ela “pode gerar uma reflexão nos motoristas que não enxergam com tanta seriedade o ato de dirigir e acabam bebendo”, acredita.
O juiz Bruno Aielo Macacari, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP-DF), determinou que o deputado Paulo Maluf (PP-SP) seja transferido para o bloco V Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário da Papuda, no DF, após o político ter se entregado, na manhã de hoje (20), na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo.
A defesa do deputado Paulo Maluf (PP-SP) entrou com um pedido urgente para que a VEP-DF suspenda a execução da pena de 7 anos e 9 meses de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o político. No acórdão condenatório, a Corte determinou que a pena seja cumprida no DF.
Na peça da defesa, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, pede que o juiz de execução penal aguarde a análise de recurso contra a prisão de Maluf que a defesa pretende enviar ainda nesta quarta-feira (20) à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.
Caso a VEP-DF não acate o pedido de suspensão do cumprimento da pena, o advogado pede que o regime fechado seja substituído pelo domiciliar, em São Paulo, tendo em vista a idade avançada e a fragilidade do estado de saúde de Maluf, que segundo a defesa possui probleas de saúde – câncer de próstata, hérnia de disco e problemas cardíacos – que seriam impossíveis de serem tratados na prisão.
O juiz Macacari ainda não julgou o recurso, mas determinou que o Centro de Detenção da Papuda informe em 48 horas se tem condições de prestar assistência médica adequada a Maluf, “ainda que com recurso da rede pública de saúde”. O magistrado pediu que o Ministério Público se manifeste com urgência sobre o pedido da defesa.
Em nota, o advogado de Maluf se disse satisfeito com a transferência. "Consideramos a decisão positiva pois o bloco V tem condições razoáveis e é melhor do que o sistema prisional de São Paulo", disse Kakay. "Ele estará bem alojado até a definição da prisão domiciliar."
Ontem, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que Maluf comece de imediato a cumprir a pena a que foi condenado.
Entenda o caso
Pelo placar de 4 a 1, Maluf foi condenado em maio pela Primeira Turma do STF. O colegiado entendeu que ele movimentou quantias milionárias em recursos ilícitos localizados em contas nas Ilhas Jersey. Apesar de julgar pela prescrição do crime de corrupção passiva, os ministros votaram pela condenação por lavagem de dinheiro.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Maluf recebeu propina de contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS. Os recursos teriam sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, hoje chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi de cerca de R$ 800 milhões.
As investigações se arrastaram por mais de 10 anos, desde a instauração do primeiro inquérito contra o ex-prefeito, ainda na primeira instância da Justiça. Os procuradores estimaram em US$ 170 milhões a movimentação de recursos ilícitos. O Supremo assumiu o caso após a eleição de Maluf como deputado.
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, informou nesta quarta-feira (20) que o órgão vai “continuar no litígio” em relação ao plano de recuperação judicial da Oi.
A Anatel entende que os créditos que tem junto a Oi deveriam ficar de fora do plano de recuperação judicial.
O plano foi aprovado pelos credores da companhia na madrugada desta quarta. A Anatel votou contra o plano, considerado etapa decisiva para evitar a falência ou a intervenção do governo federal na Oi.
“A agência, representada pela AGU, tem que continuar o litígio”, disse o presidente da Anatel.
Segundo Quadros, será definido com a AGU como se dará o questionamento jurídico, por meio de ação que já tramita na Justiça ou de um novo processo.
“No caso específico dos R$ 11 bilhões, são créditos públicos, e que não pode então a agência, na instância ainda que primária, já aceitar como sendo a decisão a ser cumprida”, disse Quadros.
O presidente da Anatel explicou que não há “cobertura legal” para o parcelamento do débito da Oi em 20 anos, conforme estipulado na recuperação judicial.
“O parcelamento de 20 anos ele não tem cobertura legal, então, nenhum gestor público pode tomar qualquer decisão sem esse respaldo”, explicou Quadros.
“Tem que recorrer de vez que há prejuízos a condição. Se eventualmente a Oi vença na Justiça aquilo que foi levado à assembleia de ontem e que terá de ser homologado pelo senhor juiz, os créditos constituídos só serão pagos em 240 meses. E os [créditos] não constituídos, que são então dos da Anatel, também começarão a ser pagos daqui a 20 anos”, completou.
A Oi tem dívidas de mais de R$ 64 bilhões e 55 mil credores. A relação inclui detentores de títulos de longo prazo da empresa (os chamados bondholders) e representantes de órgãos e instâncias do governo federal como a própria Anatel, Banco do Brasil, Caixa e BNDES.
A aprovação do plano permitirá uma injeção de capital de R$ 4 bilhões na operadora até o início de 2019.
A Anatel explicou que o voto contrário ao plano tratava da situação dos créditos, sem manifestação de juízo, por exemplo, sobre mudanças no controle acionário da operadora, que precisão da anuência da própria agência. Quadros ponderou que o recurso judicial em relação ao plano não impedirá essa anuência na mudança de controle.
"Foi ressalvado no voto que é sem emissão de juízo de valor sobre a conveniência ou mérito dos demais capítulos do plano", disse Quadros.
O plano foi protocolado no dia 12 na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e traz termos mais favoráveis para os credores. Os termos indicam que os bondholders – credores de uma dívida de R$ 32,2 bilhões – assumirão o controle da Oi, com participação que poderá chegar a até 75% após a conclusão de todas as etapas e capitalização prevista.
Quadros afirmou, ainda, que discutiu a posição da Anatel na assembleia da OI em reunião, na segunda-feira (18) com o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações) e Grace Mendonça (AGU).
Nesse encontro ele explicou que o voto contrário da agência não derrubaria a assembleia ou impediria a aprovação do plano de recuperação da operadora.
O empréstimo de R$ 600 milhões que o governo de Rui Costa (PT) contraiu junto ao Banco do Brasil, mas nunca recebeu os recursos, terá de ser pago. A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) julgou procedente o recurso do Agravo de Instrumento impetrado pela Procuradoria Geral do Estado no caso. O Tribunal entendeu que o julgamento da ação não compete a Justiça Federal e determinou que o banco seja obrigado a liberar o valor contratado.
A PGE argumentou, ao contestar a decisão do juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública, que o contrato de empréstimo firmado entre as partes decorreu de atividade econômica desenvolvida pelo Banco do Brasil, sendo que os valores a serem disponibilizados são recursos próprios da instituição, "e não repasses de linhas de crédito, transferências voluntárias ou financiamento da União Federal", informou Jamil Cabus, procurador responsável pela demanda.
A Procuradoria também frisou que, após cumpridas todas as etapas e assinado o contrato de empréstimo em agosto deste ano," o Banco do Brasil vem se recusando a concluir a operação de empréstimo e liberar o financiamento. Dessa forma o Banco do Brasil estaria violando os princípios da Constituição Federal, tendo seus gestores agido em desvio de poder ou de finalidade", pontuou Cabus.
O Banco do Brasil negou o repasse do empréstimo “sem justificativa legal”. A ação impetrada pelo governo na 6ª Vara da Fazenda Pública teve uma decisão do juiz Ruy Eduardo Almeida Britto que protelou o caso. O magistrado, em seu despacho, afirmou que o caso deveria tramitar na Justiça Federal, onde deveria ser avaliado o interesse, ou não, da União no assunto. Diante da decisão protelatória, a PGE entrou com um recurso, que foi apreciado pela Primeira Câmara Cível.
A menina Iris Claudiene Vieira Braga, 12 anos, morreu eletrocutada na noite desse último domingo (17). A garota estava na casa da avó, na Vila Mocambinho, zona Norte de Teresina, quando levou um choque em uma árvore de Natal.
Iris Claudiene foi eletrocutada por volta das 19h ao ligar um pisca-pisca. Familiares relataram que ouviram os gritos da menina e quando foram ao local, ela estava desmaiada ao lado da árvore de natal. A adolescente ainda foi levada a um hospital, mas não resistiu e morreu.
A garota estudava na Unidade Escolar Pequena Rubim. A diretora e alunos da escola estão muito abalados com o acidente. No sábado (16) a menina participou de uma confraternização da instituição e disse durante a festa que tinha interesse em se declarar doadora de órgãos. “Parece que foi um prenúncio. Ela parece que sabia que iria morrer e falou desse interesse em doar os órgãos para uma tia dela. Estamos muito abalados com essa fatalidade. A Iris Claudiene era uma excelente menina, que cativava todos. As córneas dela foram doadas”, disse a diretora da escola, Francisca Viana.
Nas redes sociais da estudante, amigos e familiares lamentam a morte da menina.
Avaliação prévia do Instituto Médico Legal confirma que a menina morreu em decorrência de um choque elétrico. O laudo definitivo será concluído em 10 dias. As aulas na Unidade Escolar Pequena Rubim foram suspensa nesta última segunda (18) em decorrência da morte da estudante.
Com três shows na Bahia no último fim de semana, Whindersson Nunes aproveitou para passear em Ilhéus, mas a passagem não foi completamente proveitosa. No Instagram, o youtuber fez um desabafo contra a quantidade de lixo que encontrou e pediu aos seus seguidores: "Leve seu saquinho pra colocar seu lixo". "Hoje eu dei uma volta na praia, sem mentira, não foi nem 100 metros de praia. Eu catei quatro sacos de lixo, quatro sacos, QUATROS SACOS DE LIXO...", ressaltou. A publicação foi feita na noite desse último domingo (17). No texto, o youtuber se indigna com a situação, alertando para os riscos da sujeira, como "mergulhar e voltar com uma sacola na boca" ou "pisar numa seringa pra aprender a deixar a praia limpa".
Uma jovem de 25 anos foi encontrada morta neste domingo (17), um dia antes do parto, marcado para hoje (18), na cidade de Serrinha, de acordo com a Polícia Civil. A autoria e motivação do crime serão investigadas. A jovem foi identificada como Daiane Reis Mota. O corpo dela foi achado em um matagal da zona rural, no povoado de Murici, por ciclistas que faziam trilhas e chamaram a polícia. De acordo com o G1, o marido da jovem havia registrado o desaparecimento dela na delegacia neste domingo, depois de ela ter desaparecido no sábado (16) após sair para fazer compras. O corpo da vítima foi levado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Serrinha. A vítima deixa mais um filho, fruto de outro relacionamento.
Fim de ano inspira diversas ações solidárias. Contribuir para tornar o natal das famílias mais especiais é uma das causas que mais mobiliza pessoas e instituições. Motivados por essa inspiração na manhã deste domingo (17), com início as 9:00h, componentes da 46ª CIPM realizaram distribuição de brinquedos, cestas básicas e calçados nos Bairros Taquari, Benito Gama ,Piçarrão, Jurema e São Miguel. O evento contou também com a parceria de membros da Loja Maçônica “Deus União e Trabalho Livramentense” e com o apoio de voluntários do “Projeto Multiplique o pão”. Os participantes fizeram questão de ressaltar que quando se pratica a solidariedade à satisfação não é só para quem recebe as doações, mas principalmente para quem doa.
Confira o vídeo:
Neste último sábado(16) Livramento venceu a equipe de Macúbas por 3x0 na final da primeira edição da Liga Regional de Vôlei masculino , que foi realizada no Ginásio de Esportes Enésio Soares Oliveira em Livramento, é a nossa cidade cada vez mais se destacando no esporte. Parabéns!!!
Por opção ou não, um em cada três jovens baianos entre 16 e 29 anos de idade não estuda e nem trabalha, de acordo com o estudo Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta última sexta-feira (15). Esse número, referente a 2016, representa cerca de 1 milhão de baianos (30,5% dos jovens), na condição de “nem-nem”, que é como são conhecidos os jovens que nem estudam, nem trabalham.
Entre as pessoas de 18 a 24 anos, 33,7% dos baianos estão nessa condição, enquanto na faixa etária de 25 a 29 anos, são 33,9% fora da sala de aula ou do mercado de trabalho. As proporções superam a média nacional (30,1% e 25,8%, respectivamente) e, para os baianos entre 25 e 29 anos (33,9%), representa o quarto maior percentual de “nem-nem” entre os estados, abaixo apenas de Alagoas (37,5%), Pernambuco (36,9%) e Maranhão (36,3%).
Assim como ocorreu nacionalmente, a proporção dos “nem-nem” na Bahia cresceu a partir de 2014, com maior intensidade entre 2015 e 2016 – reflexo principalmente, segundo o IBGE, da saída de jovens de ocupações no mercado de trabalho.
Considerando-se aqueles de 16 a 29 anos de idade, na Bahia, a porcentagem dos que não estudavam nem trabalhavam se manteve relativamente estável entre 2012 (26,0%) e 2015 (25,5%). Em 2016, no entanto, ela passou aos 30,5% (1 milhão de pessoas). O aumento dos “nem-nem” no estado foi o quarto maior comparando-se 2012 com 2016 e o segundo maior do país entre 2015 e 2016, abaixo apenas que o verificado em Pernambuco.
Embora não exista um perfil por estado desses jovens (16 a 29 anos), segundo a análise preliminar do IBGE, os que têm menor nível de instrução, além dos pretos ou pardos e das mulheres, estão mais sujeitos à condição de “nem-nem”.
Dos cerca de 1 milhão de baianos de 16 a 29 anos sem trabalho ou estudo, em 2016, 36,4% (cerca de 371 mil) estavam procurando trabalho e, por isso, foram considerados desocupados. Já 63,5% dos que não trabalhavam nem estudavam (647 mil pessoas aproximadamente) não estavam sequer buscando uma ocupação, ou seja, foram considerados fora da força de trabalho.
Nacionalmente, as proporções não são muito diferentes: 38,4% dos “nem-nem”, em 2016, estavam procurando trabalho, e 61,6% estavam fora do mercado.
Motivação
De acordo com a pesquisa, o principal motivo para esses jovens não estudarem, trabalharem ou buscarem uma ocupação são diferentes entre homens e mulheres.
Entre os rapazes, a razão mais citada (44,4%) foi não haver uma ocupação na localidade, uma justificativa diretamente ligada a questões do mercado de trabalho em si. Já para elas, a justificativa mais citada (34,6%) foi ter de cuidar dos afazeres domésticos ou do cuidado com filhos ou outros parentes.
Bahia: 6ª maior informalidade
A Síntese de Indicadores Sociais também mostra que, na Bahia, mais da metade das 6,1 milhões de pessoas de 16 anos ou mais que estavam ocupadas (55,6% ou 3,4 milhões de baianos) estavam em trabalhos informais – sem carteira assinada ou atuando por conta própria, sem contribuir para a Previdência Social.
Embora a informalidade no mercado de trabalho baiano tenha diminuído em relação a 2012, quando atingia quase 60% dos trabalhadores (59,5% ou cerca de 3,7 milhões de pessoas), ela ainda era, em 2016, uma das mais elevadas do país.
No ano passado, a Bahia era o 6º estado com maior proporção de trabalhadores informais e estava acima da média nacional nesse indicador – no Brasil, os trabalhadores informais eram 38,8% do total em 2015.
Na Bahia, a informalidade no mercado de trabalho não apresentou desigualdades significativas, segundo o IBGE, entre homens (56,9% eram informais) e mulheres (53,8%) nem entre brancos (56,8%) e pretos ou pardos (55,3%), mas foi bastante diferenciada por faixa etária, sendo bem maior entre trabalhadores mais jovens e mais velhos.
A informalidade chegava a 71,9% dos trabalhadores baianos com 60 anos ou mais de idade (frente a uma média nacional de 54,5%) e a 61,5% daqueles que tinham entre 16 e 29 anos de idade (no Brasil, esse percentual foi de 41,6%). Para os jovens, essa informalidade cresceu sistematicamente a partir de 2013, quando atingiu 60,3% dos que trabalhavam.
Outros indicadores
O estudo também mostra que, no ano passado, os trabalhadores informais ganhavam 52,1% menos que os trabalhadores formais no país (R$ 1.169 contra R$ 2.021).
Essa diferença era ainda maior na Bahia, onde os informais (R$ 753) tinham rendimento 58,4% menor que os formais (R$ 1.287).
Tanto no Brasil quanto na Bahia, essa desigualdade causada pela informalidade atingia seu pico entre as mulheres. No estado, uma trabalhadora informal (R$ 559) ganhava 65,6% menos que uma trabalhadora formal (R$ 1.623); nacionalmente, a diferença era de -58,3%, ou seja, R$ 866 era o rendimento das mulheres em trabalhos informais, contra R$ 2.079 das formais.
O rendimento das mulheres em trabalhos informais na Bahia (R$ 559) era o segundo menor do país, acima apenas do registrado no Piauí (R$ 487).
Em 2016, quase metade dos baianos (47,3%) viviam com até 1/2 salário mínimo de rendimento domiciliar per capita. Em 2016, um em cada cinco baianos (21,7% da população ou 3,3 milhões de pessoas) viviam com rendimento domiciliar per capita até 1/4 do salário mínimo - o que equivalia a R$ 220 naquele ano. Quase metade da população do estado (47,3% ou cerca de 7,2 milhões de pessoas) tinha rendimento domiciliar per capita até 1/2 salário mínimo (ou R$ 440 em valores de 2016).
As proporções na Bahia são muito acima da média nacional (10,8% até 1/4 do salário mínimo e 29,9% até 1/2 salário mínimo) e entre as maiores do país.
Por outro lado, menos de 5% dos baianos (4,1% ou 625 mil pessoas) tiveram rendimento domiciliar per capita maior que 3 salários mínimos (acima de R$ 2.643 em 2016). Isso equivale a menos da metade da média nacional (9,3%).
Linha de pobreza
Adotando-se o padrão do Banco Mundial para linha de pobreza monetária em países como os da América Latina, de 5,5 dólares por dia em paridade de poder de compra (PPC), chegava-se, para a Bahia, a um valor limite de R$ 383 para o rendimento domiciliar per capita, abaixo do qual as pessoas seriam consideradas pobres. No estado, em 2016, 4 em cada 10 pessoas (42,5%) viviam abaixo dessa linha.
Foi o oitavo maior percentual de pessoas abaixo da linha de pobreza entre os estados brasileiros, bem acima da média nacional (25,4%) e quase cinco vezes o valor encontrado em Santa Catarina (9,4%), onde estava o menor percentual.
Moradia inadequada
Conforme o IBGE, o fato de grande parte da população baiana não ter ou ter pouco acesso a recursos monetários, que permitem aceder a bens e serviços oferecidos para a compra, se reflete, por exemplo, na proporção de pessoas morando em casas com algum tipo de condição inadequada.
Na Bahia, pouco mais de um em cada 10 pessoas (11,4%) residia em domicílios com aos menos uma condição inadequada de moradia, sendo o adensamento excessivo (quando há mais de três moradores por dormitório) e a ausência de sanitário ou banheiro de uso exclusivo do domicílio os mais frequentes (realidade para 4,7% e 3,6% dos baianos, respectivamente).
No estado, em 2016, quase metade da população (47,1% dos baianos, ou 7,2 milhões de pessoas) vivia em domicílios sem acesso simultâneo aos três serviços de saneamento básico – abastecimento de água por rede geral, coleta direta ou indireta de lixo e esgotamento sanitário por rede coletora ou pluvial –, proporção maior que a média nacional (37,9%).