
Operador 88
Nesta segunda-feira, 04 de agosto, é celebrado o Dia do Padre, data em que fiéis católicos de todo o país homenageiam os sacerdotes por sua missão pastoral e serviço à Igreja. A data foi escolhida por coincidir com a festa litúrgica de São João Maria Vianney, o padroeiro dos padres, canonizado por sua vida dedicada à oração, ao confessionário e à orientação espiritual. O Dia do Padre integra a programação do Mês Vocacional, promovido pela Igreja Católica no Brasil ao longo de agosto. A primeira semana é dedicada aos presbíteros, momento em que comunidades paroquiais costumam realizar celebrações especiais, mensagens de agradecimento e orações pelas vocações sacerdotais. Mais do que uma homenagem, a data representa uma oportunidade de reflexão sobre a importância dos padres na condução das comunidades, na celebração dos sacramentos e na escuta e acolhimento dos fiéis, especialmente em tempos de desafios sociais e espirituais. No Brasil, milhares de padres atuam em paróquias, comunidades urbanas e rurais, hospitais, escolas e instituições sociais, sendo referência para a vida cristã. Em muitas cidades do interior, são os principais líderes comunitários e promotores de iniciativas solidárias. A data não é considerada feriado nacional, mas tem forte significado religioso e comunitário. Em diversas dioceses do país, missas especiais e encontros pastorais foram programados para esta segunda-feira.
A Avenida Paulista, em São Paulo, acomodou uma mobilização realizada na tarde do último domingo (03), quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniram em um trecho que se estendeu da sede da Fiesp até as proximidades do Parque Trianon. O ato, convocado por lideranças políticas conservadoras e figuras religiosas como o pastor Silas Malafaia, reuniu manifestantes com pautas críticas ao Supremo Tribunal Federal e em defesa de Bolsonaro e seus aliados. Entre os principais pedidos dos participantes estavam a anistia ao ex-presidente e aos condenados pelos atos de 08 de janeiro, além de reivindicações pelo impeachment e até prisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Os manifestantes também demonstraram apoio às tarifas comerciais impostas ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — medida que vem sendo debatida internacionalmente. Com muitas bandeiras do Brasil e até dos Estados Unidos, além das tradicionais camisas verde-amarelas, o protesto na capital paulista foi espelhado em outras cidades do país, como Rio de Janeiro e Brasília, revelando a permanência da mobilização de setores bolsonaristas em torno de causas consideradas prioritárias por esse grupo.
Igor Eduardo Pereira Cabral, detido após espancar a namorada com mais de 60 socos dentro de um elevador em Natal (RN), relatou ter sido vítima de agressões dentro da Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim, para onde foi transferido na última sexta-feira (01). Segundo depoimento prestado na Delegacia de Plantão da Zona Norte, Igor afirmou que foi algemado, mantido nu em cela isolada e submetido a socos, chutes, cotoveladas e spray de pimenta por agentes penitenciários. No relato, o preso disse que os policiais penais teriam dito que ele "chegou no inferno" e o incentivaram a cometer suicídio. A Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) confirmou que tomou conhecimento da denúncia e encaminhou equipes da Coordenadoria Penitenciária e da Ouvidoria à unidade para apurar os fatos. Igor passou por exame de corpo de delito. A defesa do detento havia solicitado cela individual por questões de segurança, mas, segundo a Seap, a unidade prisional não dispõe desse tipo de acomodação. A secretaria afirmou que as medidas necessárias foram adotadas conforme protocolo para casos dessa natureza. Enquanto isso, a mulher agredida por Igor segue em recuperação após cirurgia de reconstrução facial no Hospital Universitário Onofre Lopes, onde passou por procedimento para restaurar a forma e função do rosto, afetados por múltiplas fraturas no rosto e maxilar.
A Embaixada da China no Brasil comunicou no último sábado (02) a habilitação de 183 empresas brasileiras para exportar café ao mercado chinês, em medida válida pelos próximos cinco anos. O anúncio foi feito por meio da rede social X e compartilhado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. A autorização entrou em vigor na última quarta-feira (30), mesma data em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instituiu uma tarifa de 50% sobre diversos produtos brasileiros, incluindo o café, gerando impacto nas exportações do setor. A medida chinesa abre uma importante oportunidade para as empresas brasileiras ampliarem sua presença no mercado asiático, compensando possíveis efeitos das barreiras tarifárias impostas por outros países.
Após uma série de aumentos iniciada em setembro do ano passado, o Banco Central decidiu pausar o ciclo de elevação da taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) optou, de forma unânime, por manter a Selic em 15% ao ano, em meio à desaceleração da economia e à queda nos índices de inflação. A decisão, amplamente antecipada pelo mercado financeiro, representa um momento de cautela da autoridade monetária diante de um cenário internacional mais incerto. No comunicado oficial, o Copom destacou que o agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e Brasil — com anúncios de novas tarifas por parte do governo norte-americano — contribuiu para o aumento das incertezas quanto ao comportamento futuro dos preços. Apesar da interrupção nos ajustes, o comitê sinalizou que poderá retomar as altas caso o ambiente econômico exija. A taxa Selic permanece no patamar mais elevado desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. O atual ciclo de aperto monetário teve início em setembro do ano passado, após um período de estabilidade nos juros em 10,5%. Desde então, a Selic passou por sete aumentos graduais, que variaram entre 0,25 e 1 ponto percentual. A manutenção dos juros, neste momento, indica que o Banco Central busca avaliar os próximos movimentos da economia antes de definir novos rumos para a política monetária.
O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) alcançou um novo patamar histórico e superou, pela primeira vez, a marca de R$ 7,8 trilhões. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional na segunda-feira (28), o montante passou de R$ 7,67 trilhões em maio para R$ 7,88 trilhões em junho — um aumento de 2,77% no período. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo pagamento de juros e pelo baixo volume de vencimentos de títulos no mês passado. Somente na dívida interna, chamada Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), o avanço foi de 2,99%, saindo de R$ 7,36 trilhões para R$ 7,58 trilhões. Essa elevação se deve, em grande parte, à emissão líquida de papéis prefixados e à incorporação de R$ 65,13 bilhões em juros. O mecanismo de apropriação de juros, que representa a atualização do valor dos títulos conforme os encargos financeiros contratados, segue pressionando o endividamento, especialmente com a Taxa Selic mantida em 15% ao ano. Segundo o Tesouro, em junho, foram emitidos R$ 161,31 bilhões em novos títulos da dívida interna, enquanto os resgates ficaram em apenas R$ 6,69 bilhões — resultado de um cronograma leve de vencimentos no mês. Em contrapartida, a Dívida Pública Federal externa (DPFe), que corresponde a títulos emitidos no mercado internacional, teve leve queda de 2,28%, encerrando junho em R$ 302,12 bilhões. A principal causa dessa redução foi a valorização do real frente ao dólar, que recuou cerca de 4,4% no período. Apesar do novo recorde, o estoque da DPF segue dentro da projeção oficial. O Plano Anual de Financiamento (PAF) prevê que, até o final de 2025, o total da dívida federal esteja entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.
A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e transformou o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, em réu por tentativa de homicídio qualificado contra agentes da Polícia Militar. A decisão foi proferida pela juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal, que também determinou um novo mandado de prisão preventiva contra o artista. Oruam já estava preso preventivamente por outros sete crimes relacionados a um episódio ocorrido no dia 21, quando ele e um grupo de pessoas teriam impedido o cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um adolescente suspeito de tráfico e roubo no Complexo da Penha. De acordo com a denúncia, após a apreensão do menor, Oruam e o amigo Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira — agora também réu — teriam jogado pedras pesadas, de até 4,85 kg, contra os policiais de uma varanda situada a cerca de 4,5 metros de altura. Um dos agentes foi atingido nas costas, e outro precisou se proteger atrás de uma viatura. O Ministério Público sustenta que os acusados agiram com dolo eventual, ou seja, assumiram o risco de provocar a morte dos policiais. O órgão ainda aponta que os ataques configuram motivo torpe e meio cruel, o que agrava a acusação e pode enquadrá-los na Lei dos Crimes Hediondos. Imagens registradas na ocasião mostram o rapper esmurrando um carro da polícia. Além da agressão física, Oruam teria incitado violência contra os agentes por meio das redes sociais, chegando a desafiar abertamente a atuação da polícia na comunidade. Após passar horas foragido, o artista se entregou no dia seguinte à operação, em 22 de julho. Além da nova acusação por tentativa de homicídio, ele responde por tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato, ameaça, lesão corporal e dano qualificado. As investigações seguem em andamento, e a defesa de Oruam ainda não se manifestou publicamente sobre as acusações mais recentes.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, a deputada federal Helena da Asatur (MDB) e o empresário Renildo Lima, marido da parlamentar, foram alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (30), no âmbito da Operação Caixa Preta. A ação investiga suspeitas de crimes eleitorais relacionados às eleições municipais de 2024, em Roraima. Agentes da PF estiveram na residência de Samir Xaud, bem como na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Segundo nota divulgada pela confederação, a operação não tem relação com a entidade esportiva ou com o futebol brasileiro. A CBF também afirmou que Xaud "não é o centro das apurações". A ofensiva da Polícia Federal incluiu o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão e o bloqueio de R$ 10 milhões em contas ligadas aos investigados. A investigação teve início após a prisão de Renildo Lima durante o período eleitoral de 2024, quando foi flagrado com R$ 500 mil em espécie — parte do valor escondido na cueca —, fato que levantou suspeitas de compra de votos. Samir Xaud e Helena da Asatur são filiados ao MDB e pertencem ao mesmo grupo político em Roraima. Xaud, antes de assumir a presidência da CBF, chegou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2022, mas não foi eleito. Até o momento, as defesas de Xaud, Helena e Renildo não se pronunciaram sobre a operação. A investigação segue em curso sob sigilo judicial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a demonstrar insatisfação com o governo dos Estados Unidos diante da decisão do presidente Donald Trump de aplicar tarifas adicionais sobre produtos brasileiros. Em entrevista ao jornal norte-americano The New York Times, publicada na madrugada desta quarta-feira (30), Lula revelou que tem buscado contato com autoridades americanas, mas não obteve retorno. “Ninguém quer conversar”, lamentou. As novas medidas tarifárias, que incluem uma sobretaxa de 50% sobre importações brasileiras, estão previstas para entrar em vigor nesta sexta-feira (01), caso nenhuma negociação altere o cenário até lá. Lula classificou a decisão como arbitrária e destacou que o Brasil não pretende se curvar diante das pressões. Durante a entrevista, Lula criticou o estilo confrontador de Trump, especialmente nas redes sociais, e voltou a chamar o líder norte-americano de “imperador”. Apesar do tom firme, o chefe do Executivo brasileiro disse que o país está “preocupado” com os impactos econômicos da medida, mas frisou que não há espaço para temor. “O Brasil não vai abaixar a cabeça”, declarou. A imposição das tarifas tem gerado tensão diplomática e preocupação entre setores econômicos brasileiros, principalmente os voltados à exportação. O governo segue tentando canais de diálogo com os Estados Unidos para reverter ou ao menos mitigar os efeitos das sanções.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vetar integralmente a proposta que previa a diminuição da pena mínima para o crime de lavagem de dinheiro no Brasil. O projeto, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional, propunha a redução da pena de três para dois anos de reclusão, mantendo o teto em 12 anos — atualmente, a punição varia entre três e dez anos. Na mensagem enviada ao Legislativo e publicada nesta terça-feira (29) no Diário Oficial da União, o presidente justificou que a mudança seria prejudicial ao sistema jurídico nacional. A proposta modificava a Lei nº 9.613, de 1998, que tipifica o crime de ocultação ou dissimulação de bens, direitos e valores oriundos de atividades ilícitas. Essa legislação também é responsável por instituir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão essencial na prevenção do uso do sistema financeiro para finalidades criminosas. Com o veto presidencial, continuam em vigor as regras atuais da lei, que é considerada uma das principais ferramentas legais no combate à criminalidade financeira e ao desvio de recursos públicos.
Tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ficar bem mais acessível nos próximos anos. Um projeto em análise pelo Ministério dos Transportes prevê mudanças significativas no processo de obtenção do documento, com destaque para a possível extinção da obrigatoriedade das aulas em autoescolas para as categorias A e B — que abrangem motocicletas e carros de passeio. Caso a proposta avance, o custo médio da habilitação, hoje em torno de R$ 3,2 mil, poderá sofrer uma redução de até 80%. A medida, segundo o ministro Renan Filho, visa ampliar o acesso da população à habilitação, especialmente entre jovens em busca do primeiro emprego ou pessoas que pretendem atuar em funções que exigem carteira de motorista. Mesmo com a mudança, as aulas continuarão disponíveis nas autoescolas, porém como opção facultativa. Já as provas teórica e prática aplicadas pelos Detrans permanecerão obrigatórias, garantindo a avaliação da capacidade dos futuros condutores. Atualmente, a legislação exige ao menos 20 horas de prática para quem deseja se habilitar. Com a nova proposta, o candidato poderia se preparar por conta própria, desde que esteja apto a passar nos exames finais. O projeto ainda está em elaboração e deve ser debatido com o setor de trânsito e outros órgãos reguladores.
A deputada federal Carla Zambelli foi capturada pela polícia italiana na tarde de terça-feira (29), em Roma. A informação foi confirmada por autoridades brasileiras ligadas à Polícia Federal. Ela estava foragida desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) a condenou a 10 anos de prisão, em razão de seu envolvimento na invasão dos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023. Após a sentença, Zambelli deixou o país, passando a figurar na lista de procurados da Interpol. Sua prisão ocorreu após a denúncia do deputado italiano Angelo Bonelli, que informou à polícia o local onde ela estaria escondida na capital italiana. A Polícia Federal do Brasil divulgou nota oficial afirmando que a parlamentar será submetida a um processo de extradição, de acordo com os acordos internacionais assinados pelo Brasil e conforme o ordenamento jurídico italiano. A Justiça brasileira agora aguarda o desenrolar dos trâmites legais para que Zambelli retorne ao país e inicie o cumprimento da pena.
Os lares brasileiros enfrentam um cenário financeiro cada vez mais desafiador. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, o nível de endividamento das famílias com o sistema financeiro nacional voltou a crescer em maio, alcançando 49% da renda acumulada ao longo do ano — um patamar próximo do recorde histórico registrado em julho de 2022, que foi de 49,9%. Mesmo com uma leve redução nas dívidas ligadas ao setor imobiliário, o comprometimento geral da renda com empréstimos e financiamentos aumentou. Desconsiderando os contratos habitacionais, o índice foi de 30,7%. Já o percentual da renda mensal utilizado para quitar essas dívidas subiu para 27,8%. Quando excluídas as parcelas relacionadas à compra da casa própria, o comprometimento ficou em 25,7%. Esse quadro mostra que, mesmo em meio a tentativas de reequilíbrio orçamentário por parte das famílias, os compromissos com o setor financeiro seguem pesando no bolso. A situação exige cautela com novas dívidas e reforça a importância da educação financeira, especialmente em tempos de juros elevados e renda estagnada.
Um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelas Nações Unidas trouxe uma boa notícia: o Brasil deixou novamente o Mapa da Fome. A nova avaliação da FAO, braço da ONU para Alimentação e Agricultura, mostra que menos de 2,5% da população brasileira enfrenta risco de subnutrição, índice que retira o país da classificação de insegurança alimentar grave. O Mapa da Fome é uma ferramenta internacional que monitora a capacidade das populações de acessar alimentos em quantidade e qualidade adequadas para garantir uma vida ativa e saudável. De acordo com os critérios da ONU, são consideradas desnutridas as pessoas que, de forma crônica, ingerem menos calorias e nutrientes do que o necessário para manter uma boa saúde. Após um período de três anos em que o país voltou a figurar entre as nações com níveis alarmantes de fome, a nova avaliação representa um avanço significativo. O resultado reflete os esforços recentes de combate à insegurança alimentar e à pobreza, e recoloca o Brasil entre os países que oferecem condições mínimas de alimentação à maioria da população.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (25), a ativação da bandeira vermelha patamar 2 para o mês de agosto — o nível mais elevado do sistema de cobrança extra na conta de energia. Com a medida, os consumidores passarão a pagar um acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a decisão foi motivada pela persistente escassez de chuvas, que reduziu significativamente os níveis dos reservatórios das hidrelétricas em diversas regiões do país. A baixa oferta de energia hídrica obrigou o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo de geração mais elevado, pressionando as tarifas. Desde junho, o sistema já operava com a bandeira vermelha de patamar 1. Apesar do aumento, parte do impacto será compensada por um crédito referente ao chamado “Bônus de Itaipu”. A Aneel aprovou a liberação de R$ 883,07 milhões, que será distribuída nas faturas dos consumidores residenciais e rurais, amenizando o peso do reajuste neste mês.