
Operador 88
Clubes brasileiros de futebol como Palmeiras e Vitória têm intensificado a proteção de suas marcas ao direcionarem notificações para pequenos empreendedores que utilizam seus símbolos sem licença. A prática de personalizar objetos com escudos dos times, popular entre boleiras e artesãos, virou alvo de advertências e pedidos de indenização. Quem não concorda em pagar o valor imposto, que pode chegar a R$ 2.000, corre o risco de enfrentar processos judiciais e a remoção de suas páginas nas redes sociais, plataforma essencial para a divulgação de seu trabalho. Esse foi o caso de Natália Cristine Dias, uma microempresária de 26 anos, que, ao customizar canecas e outros itens a pedido de torcedores, recebeu uma notificação cobrando uma indenização de R$ 1.800. O comunicado foi enviado pela No Fake, empresa que, segundo o Palmeiras, representa sua área de combate à pirataria. Natália, que vive do trabalho artesanal para sustentar sua família, sentiu o impacto da medida.
Ela disse que foi assustador e que teve que parcelar o valor em quatro vezes, além de ter que apagar tudo com o símbolo do clube. A pressão sobre os microempreendedores ocorre em meio ao aumento de reclamações nas redes sociais de pessoas que trabalham com produtos personalizados. A situação é frequente em celebrações de fãs, como aniversários ou eventos comemorativos, onde topos de bolos e artigos decorativos ostentam as marcas dos times. A artesã Patrícia França, por exemplo, foi notificada pelo Vitória e teve que pagar R$ 1,6 mil pelo uso do emblema do clube. Após o caso ganhar repercussão, o clube baiano anunciou uma mudança em sua abordagem e definiu que apenas grandes empresas estariam sujeitas a penalizações, enquanto microempreendedores receberiam, inicialmente, uma notificação preventiva. As equipes responsáveis pela proteção de marcas dos clubes consideram que o uso sem autorização de seus símbolos representa violação de direitos autorais, e o Palmeiras reforçou que ações dessa natureza são coordenadas por sua área antipirataria.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, na terça-feira (22), os locais de provas dos candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. As informações constam no Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem 2024. Para ter acesso ao documento, é necessário acessar a página do participante. O Enem será realizado nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia da avaliação, além da redação, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias. Já no segundo dia, os participantes farão as provas de ciências da natureza e suas tecnologias, assim como de matemática e suas tecnologias. São 45 questões em cada área do conhecimento.
Um biomédico brasileiro está revolucionando o combate ao câncer com uma abordagem inovadora que desafia os métodos tradicionais de tratamento. Ao invés de apenas tentar eliminar as células doentes, Matheus dos Santos Dias e sua equipe estão explorando uma técnica que acelera a multiplicação dessas células até um ponto em que elas entram em colapso e morrem. A proposta visa justamente os casos mais difíceis, quando o câncer se espalha e resiste às terapias convencionais. Matheus, que realizou doutorado na USP e pós-doutorado no Instituto Butantan, agora desenvolve suas pesquisas no Instituto Holandês do Câncer, em Amsterdã, onde há cinco anos vem investigando essa estratégia disruptiva.
Microscópios revelam como células cancerígenas que receberam a combinação de medicamentos entram em um processo de multiplicação acelerada, mas logo se tornam incapazes de continuar se reproduzindo, levando à sua destruição. Os primeiros testes clínicos em pacientes na Holanda estão previstos para o início do próximo ano, e, embora o caminho ainda seja longo, Matheus e sua equipe estão otimistas com os resultados preliminares. Para ele, esse novo horizonte pode representar uma solução eficaz para os casos mais agressivos de câncer, abrindo novas perspectivas para o tratamento da doença no futuro.
A partir de 01 de novembro, o sistema de pagamentos instantâneos Pix adotará medidas mais rigorosas para reforçar a segurança das transações e combater fraudes. Entre as principais mudanças, está a obrigatoriedade de cadastro prévio de dispositivos para transferências acima de R$ 200. Apenas telefones ou computadores previamente registrados pelo cliente poderão realizar essas transações, enquanto para aparelhos não cadastrados, o limite diário será de R$ 1 mil. Segundo o Banco Central (BC), a nova exigência se aplica somente a dispositivos que nunca foram usados para fazer Pix. Aqueles que já estão em uso continuarão operando normalmente. Além disso, as instituições financeiras serão obrigadas a implementar novas tecnologias de segurança, capazes de detectar transações atípicas ou incoerentes com o comportamento usual dos clientes, utilizando informações armazenadas no sistema do BC.
As medidas incluem também a orientação dos clientes, que serão informados sobre como evitar fraudes por meio de canais eletrônicos de fácil acesso. Outra exigência será a verificação semestral de eventuais marcações de fraude nos sistemas do Banco Central. Caso sejam identificadas transações suspeitas, as instituições poderão aumentar o tempo de processamento ou até bloquear temporariamente o Pix. Em situações de suspeita ou comprovação de fraude, as empresas poderão encerrar o vínculo com o cliente envolvido. Essas ações visam tornar o ambiente de transações digitais mais seguro e proteger os usuários de possíveis golpes.
Na noite de domingo (13), a cidade de Nova Fátima, no norte do Paraná, entrou em evidência após um ato que chocou a comunidade. Uma criança de apenas 9 anos invadiu um hospital veterinário recém-inaugurado e matou, de forma brutal, 23 animais de pequeno porte, incluindo cerca de 15 coelhos. O incidente ocorreu na nova "fazendinha" do hospital, que havia aberto suas portas um dia antes. Segundo relatos da Polícia Militar, o veterinário Lúcio Barreto, proprietário do estabelecimento, acionou as autoridades ao descobrir os animais mortos e outros em liberdade. A situação foi capturada pelas câmeras de segurança do local, que mostraram a criança, acompanhada de um cachorro, maltratando os animais por cerca de 40 minutos. As imagens revelaram um cenário aterrador: a criança arremessa os bichos contra a parede, mutilava-os e até esquartejava alguns. Após a ação, os proprietários do hospital encontraram os animais mortos e os que conseguiram escapar em estado de desespero.
A Polícia Civil do Paraná informou que, devido à idade da criança, não haverá responsabilização criminal. Conforme a legislação brasileira, menores de 18 anos são considerados inimputáveis, ou seja, não podem ser condenados penalmente. No entanto, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a criança pode ser submetida a medidas socioeducativas se for identificada a prática de um ato infracional. A repercussão do caso nas redes sociais foi intensa, com muitos internautas clamando por uma intervenção, pedindo que o garoto recebesse acompanhamento psicológico e socioeducativo. A situação levantou um debate sobre a proteção animal e a necessidade de medidas preventivas para que incidentes como esse não voltem a ocorrer.
Uma nova pesquisa do Poder Data, divulgada na quarta-feira (16), aponta um aumento significativo na desaprovação do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o levantamento, o percentual de brasileiros que desaprovam o governo subiu de 43% para 46%, atingindo o maior índice de reprovação desde o início do mandato, em janeiro de 2023, quando o número era de 39%. Paralelamente, a aprovação ao governo tem caído de forma consistente. No início de 2023, 52% dos eleitores aprovavam a gestão petista, mas esse número diminuiu progressivamente, chegando a 46% na pesquisa mais recente, nivelando-se com o índice de desaprovação.
A diferença de 13 pontos percentuais, que separava os que aprovavam dos que desaprovavam, desapareceu em menos de dois anos. O levantamento também revelou que 8% dos entrevistados permanecem indecisos ou sem opinião formada, uma leve variação em relação aos 9% registrados no início do mandato. A pesquisa destaca ainda que o governo Lula tem maior aceitação entre jovens de 16 a 24 anos (60%) e idosos com 60 anos ou mais (55%). Em contraste, os índices de desaprovação são mais altos entre pessoas com ensino superior (54%) e aqueles que ganham acima de cinco salários mínimos (53%). Esses dados reforçam a divisão de opinião entre diferentes segmentos da população sobre o atual governo.
Na segunda-feira (14), policiais civis do Rio de Janeiro realizaram uma operação para investigar o envolvimento do laboratório PCS Saleme na emissão de laudos falsos, relacionados a transplantes de órgãos contaminados pelo vírus HIV em seis pacientes. A ação é conduzida pelo Departamento Geral de Polícia Especializada, com o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão nas cidades do Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, onde o laboratório está localizado. Durante a operação, Walter Vieira, um dos sócios do laboratório, foi preso. O laboratório PCS Saleme mantinha contrato com a Fundação Saúde, ligada à Secretaria Estadual de Saúde, para a realização de exames clínicos e de anatomia patológica em unidades da rede pública. O acordo, firmado em dezembro de 2023, foi suspenso após a revelação de que os transplantes de órgãos realizados estavam infectados, levando à investigação. As autoridades continuam apurando o caso, que levanta sérias preocupações sobre a segurança dos procedimentos médicos realizados no estado.
Nesta terça-feira, 15 de outubro, o Brasil celebra o Dia dos Professores, uma data dedicada a homenagear aqueles que têm a missão de educar, inspirar e formar as futuras gerações. A importância do professor vai além da sala de aula, sendo um pilar essencial para o desenvolvimento humano, social e cultural do país. Com seu trabalho incansável, os educadores preparam seus alunos não apenas para o mercado de trabalho, mas também para a vida, transmitindo valores, cidadania e criticidade. A data tem suas origens em 1827, quando Dom Pedro I instituiu um decreto criando o Ensino Elementar no Brasil, estabelecendo escolas de primeiras letras em todas as vilas e cidades do país. Porém, foi em 1947 que a celebração se consolidou, após uma iniciativa de um grupo de professores paulistas que sugeriu a criação de um dia para reflexão sobre o papel do educador.
Apesar de sua importância indiscutível, os professores brasileiros ainda enfrentam diversos desafios. Baixos salários, falta de valorização, precariedade nas condições de trabalho e até a violência nas escolas são alguns dos obstáculos que esses profissionais precisam superar diariamente. Mesmo diante de dificuldades, os professores continuam sendo exemplos de resiliência, comprometidos em transformar a educação. No Brasil, o impacto dos professores vai além dos resultados acadêmicos. Muitas vezes, eles atuam como mentores, amigos e até psicólogos, especialmente em realidades mais vulneráveis. O carinho e a dedicação com que desempenham seu trabalho deixam marcas permanentes na vida de cada aluno que passa por suas mãos. Hoje, mais do que nunca, é essencial reconhecer o papel crucial que os professores desempenham na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Em um mundo em constante transformação, o professor se reinventa a cada dia, buscando novas formas de engajar e preparar seus alunos para os desafios do século XXI. A Rádio 88 FM presta sua homenagem a todos os professores, em especial aos que atuam em nossa comunidade, pela dedicação e esforço em proporcionar uma educação de qualidade. Que este dia seja um lembrete da importância de valorizar cada vez mais o trabalho desses profissionais, pois, como disse o educador Paulo Freire: "Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo." Feliz Dia dos Professores!
A abertura de áreas de pastagem foi a principal causa do desmatamento da Amazônia entre 1985 e 2023, aponta um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quinta-feira (03). Imagens de satélite analisadas pela rede mostram que, nesse período, a área de pastagem cresceu mais de 363%, passando de 12,7 milhões de hectares para 59 milhões. Isso representa uma expansão de 46,3 milhões de hectares em menos de quatro décadas. Com isso, somente em 2023, os pastos ocupavam 14% da Amazônia. Segundo o monitoramento, na região conhecida como Amacro (um trecho que abrange 45 milhões de hectares no Amazonas, Acre e Rondônia), o crescimento foi ainda mais expressivo. Na região, a área de pastagem se expandiu 11 vezes, resultando na perda de quase toda a vegetação nativa. Entre 1985 e 2023, 13% da perda líquida de vegetação na Amazônia aconteceu nessa região, que é conhecida como "fronteira do desmatamento".
Chega ao fim nesta quinta-feira (03) a veiculação do horário eleitoral gratuito em rádio e televisão, iniciada em 30 de agosto. Durante esse período, eleitores de todo o país tiveram a oportunidade de acompanhar as propostas dos candidatos às prefeituras e câmaras municipais, em preparação para o 1º turno das eleições, que acontece neste domingo, 06 de outubro. Em Livramento a propaganda eleitoral foi transmitida exclusivamente pelas rádios, permitindo que os eleitores conhecessem as plataformas dos candidatos e pudessem refletir sobre suas escolhas para o pleito. Com o término do horário eleitoral gratuito nesta quinta-feira, encerra-se também o período permitido para a divulgação de propaganda eleitoral nas mídias de rádio e TV, referente ao 1º turno das eleições municipais.
O Brasil vive um momento crítico em relação ao clima, marcado por queimadas descontroladas, seca intensa e escassez de chuvas em diversas regiões. Esses fenômenos têm agravado a situação ambiental e afetado tanto o ecossistema quanto a vida da população, gerando impactos na agricultura, abastecimento de água e no aumento das emissões de gases. As queimadas se espalham por várias áreas do país, especialmente na Amazônia, Pantanal e Cerrado.
Em 2024, os incêndios florestais voltaram a bater recordes, destruindo vastas áreas de vegetação e ameaçando a fauna local. Grande parte dessas queimadas é provocada pelo desmatamento ilegal e práticas agrícolas inadequadas, que aumentam a vulnerabilidade do solo e intensificam os efeitos das mudanças climáticas. A destruição das florestas compromete ainda mais a capacidade de absorção de carbono, contribuindo para o aquecimento global. Ao mesmo tempo, a escassez de chuvas afeta regiões como o Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, trazendo sérias consequências para o abastecimento hídrico e a produção de alimentos. A crise hídrica se reflete diretamente nas cidades, com racionamento de água, e no setor elétrico, com a dependência de usinas hidrelétricas em risco pela baixa nos reservatórios, o que gera o aumento de valor nas contas de energia. O agronegócio, que é um dos pilares da economia brasileira, também sofre com a falta de chuvas, causando prejuízos na produção de grãos e aumento nos preços dos alimentos. A seca prolongada no Semiárido, em particular, já é considerada uma das piores dos últimos anos, afetando diretamente milhares de famílias que dependem da agricultura de subsistência. Com rios secando e pastagens destruídas, o cenário agrava a pobreza na região e dificulta ainda mais a vida de quem já enfrenta desafios históricos ligados à falta de água. Os especialistas alertam que a combinação entre desmatamento, queimadas, secas e escassez de chuvas é um reflexo das mudanças climáticas globais, mas também das ações locais que contribuem para o agravamento dessas condições. É necessário um esforço coordenado para controlar os incêndios, preservar o meio ambiente e buscar soluções sustentáveis para a agricultura e o uso dos recursos hídricos. A situação climática do Brasil exige uma resposta urgente das autoridades, setor privado e sociedade civil, que precisam agir juntos para mitigar os impactos dessas mudanças, garantir a proteção dos biomas e criar alternativas sustentáveis para o desenvolvimento econômico.
A partir desta terça-feira, 01 de outubro, os consumidores brasileiros enfrentarão um aumento na conta de energia elétrica, com a aplicação da bandeira tarifária vermelha no patamar 2. Isso significa que serão cobrados R$ 7,877 a mais para cada 100 quilowatts-hora consumidos. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida foi tomada devido ao risco hidrológico, causado pela baixa incidência de chuvas e pela queda nos níveis dos reservatórios, além do aumento no custo da energia elétrica no mercado, impulsionado pela seca. Em setembro, a bandeira tarifária já estava no nível vermelho, mas no patamar 1, com um impacto menor na conta. Desde abril de 2022, o país havia experimentado um longo período de bandeiras verdes, que foi interrompido em julho deste ano com a entrada da bandeira amarela. Após um breve retorno da bandeira verde em agosto, o cenário voltou a se agravar em setembro com a retomada da bandeira vermelha, que não era acionada desde agosto de 2021, quando o Brasil enfrentou uma severa crise hídrica. Esse aumento no custo da energia é mais um reflexo das condições climáticas adversas, que continuam a impactar o setor elétrico e, consequentemente, os bolsos dos consumidores.
A partir desta terça-feira, 01 de outubro, os consumidores brasileiros enfrentarão um aumento na conta de energia elétrica, com a aplicação da bandeira tarifária vermelha no patamar 2. Isso significa que serão cobrados R$ 7,877 a mais para cada 100 quilowatts-hora consumidos. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida foi tomada devido ao risco hidrológico, causado pela baixa incidência de chuvas e pela queda nos níveis dos reservatórios, além do aumento no custo da energia elétrica no mercado, impulsionado pela seca. Em setembro, a bandeira tarifária já estava no nível vermelho, mas no patamar 1, com um impacto menor na conta. Desde abril de 2022, o país havia experimentado um longo período de bandeiras verdes, que foi interrompido em julho deste ano com a entrada da bandeira amarela. Após um breve retorno da bandeira verde em agosto, o cenário voltou a se agravar em setembro com a retomada da bandeira vermelha, que não era acionada desde agosto de 2021, quando o Brasil enfrentou uma severa crise hídrica. Esse aumento no custo da energia é mais um reflexo das condições climáticas adversas, que continuam a impactar o setor elétrico e, consequentemente, os bolsos dos consumidores.
Em decisão unânime, o Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu às Testemunhas de Jeová o direito de recusar transfusões de sangue em tratamentos realizados na rede pública de saúde. Esse entendimento, entretanto, não se estende a menores de 18 anos. Os adultos, que optarem por não receber sangue, terão acesso a tratamentos alternativos disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja na localidade onde residem ou em outro município, com todas as despesas cobertas pelo Estado. A decisão dos ministros do STF foi baseada nos princípios constitucionais que asseguram a dignidade da pessoa humana e a liberdade religiosa. O tribunal reconheceu que essa escolha pessoal, respaldada por convicções religiosas, deve ser respeitada, desde que existam opções terapêuticas viáveis. Após o julgamento, a Associação Testemunhas de Jeová Brasil emitiu um comunicado celebrando a decisão, afirmando que ela oferece mais segurança jurídica tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. O grupo destacou que o Brasil agora se alinha a outras nações, como Estados Unidos, Canadá e Chile, que já reconhecem esse direito em seus sistemas de saúde.
Os proprietários de veículos com placas terminadas em 5 têm até a próxima sexta-feira, 27 de setembro, para regularizar o pagamento integral do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Nessa data, é possível quitar a quinta e última parcela ou o valor total em cota única, sem desconto. Já os donos de veículos com placas finalizadas em 6 devem realizar o pagamento até a segunda-feira, 30 de setembro. Além disso, este mês marca o fim de alguns prazos de parcelamento para placas de finais 7, 8, 9 e 0. Nos dias 27 e 30 de setembro, vencem a terceira parcela para os veículos com placas 9 e 0, e a quarta para aqueles com placas 7 e 8, respectivamente.
Os pagamentos podem ser efetuados nos canais de atendimento dos bancos parceiros da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-Ba), que incluem o Banco do Brasil, Bradesco e Sicoob. Para os veículos com outros finais de placa, os prazos seguem até o final do ano: 30 de outubro para placas finalizadas em 7, 31 de outubro para final 8, 28 de novembro para final 9 e 29 de novembro para final 0. O mês de outubro também traz vencimentos importantes para aqueles que optaram pelo parcelamento. Nos dias 30 e 31 de outubro, vence o prazo da quinta e última parcela ou do pagamento em cota única para veículos de finais 7 e 8, e da quarta parcela para veículos de finais 9 e 0. O calendário anual de quitação do IPVA encerra-se em novembro, com o prazo final no dia 28 para veículos com placas finalizadas em 9 e no dia 29 para aqueles com placas de final 0.