
Marcos Oliver
Na noite desta últimasegunda-feira (17), um grave acidente foi registrado na BA-148, entre as cidades de Brumado, Bahia, e Livramento de Nossa Senhora, Bahia. Segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual, um veículo de passeio, um Fiat Strada capotou após o condutor perder controle do veículo. No carro haviam 06 pessoas, sendo duas crianças, uma de 04 anos e outra de 09 anos, além de mais quatro adultos. Infelizmente, a criança de 04 anos morreu no local do acidente. Os outros ocupantes foram hospitalizados, após serem socorridos pelo SAMU 192, e encaminhados para o Hospital Magalhães Neto em Brumado. O corpo da criança foi encaminhado para o IML de Brumado.
A guarnição do PETO, em rondas pelo Bairro Barriguda, avistou um homem em atitude suspeita em um bar, onde foi realizada a busca pessoal e encontrado 07 “petecas” de substância análoga à cocaína. Indagado sobre a origem da droga, o mesmo informou que realmente traficava naquele local e que haveria mais substância em sua residência. Em diligência continuada, a guarnição deslocou até o local, onde foi encontrado o restante da droga, além de materiais para acondicionamento, bem como balanças de precisão. O indivíduo foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora a fim de serem tomadas as medidas cabíveis.
O governador Rui Costa afirmou, nesta segunda-feira (17), que vai reduzir o limite de público dos eventos no estado, caso novas aglomerações sejam registradas nessas festas. Em uma rede social, ele afirmou que seguirá com a postura de manter a saúde e a vida em primeiro lugar.
"Na última semana, vi imagens de eventos que, claramente, não seguiam as regras estabelecidas por decreto. Se estas cenas continuarem a se repetir, nós vamos reduzir drasticamente o público permitido em eventos. Minha postura seguirá a mesma: a vida e a saúde em primeiro lugar", escreveu Rui.
Em uma entrevista, o governador comentou diretamente a festa 'Me Leva pro Bonfim', que reuniu milhares de pessoas aglomeradas no Terminal Turístico Náutico, em Salvador, na última quinta-feira (13).
"Vi imagens daquela festa do Comércio. Aquilo não tinha 3 mil pessoas. Se persistirem em desafiar os decretos, vamos fazer uma redução drástica em número de pessoas permitidas. Você que é organizados de evento e quer cuidar do seu negócio, acho bom cuidar e manter dentro do limite legal. Caso contrário teremos que ser mais incisivos e aí depois não tem choro nem vela, não adianta ficar reclamando".
"Minha prioridade é a vida humana e a saúde público. Se tiver liberou geral, não vamos assistir passivos cenas de desrespeitos como aquelas festas no Comércio e na Paralela".
Já na sexta-feira (14), o governo da Bahia, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da Procuradoria Geral do Estado, informou que estuda processar os responsáveis pelo evento. Até esta segunda (17), a medida ainda não havia sido confirmada.
Rui também elogiou estabelecimentos que têm cobrado o comprovante de vacinação para permitir a entrada das pessoas.
"Aproveito para parabenizar e agradecer a todos os donos de restaurantes e bares que estão cumprindo o decreto e exigindo o comprovante de vacinação de seus clientes. Muitos estão seguindo o que estabelecemos. Se todos fizerem a sua parte, nós vamos controlar a #Covid19".
Foi publicado na última semana no Diário Oficial do Município de Livramento de Nossa Senhora, Bahia, o Decreto de número 017 de 2022, que fixa os Preços Públicos para vigorar no Município no ano de 2022 (confira clicando aqui). Na tabela de número 1, intitulada de "Central de Abastecimento", é informado a cobrança em bancas ou barracas na feira livre, que pagarão um valor de R$3,00 por dia. A tabela número 2, informa sobre cobrança, para, shows, bingos, circos, dentre outros, onde no centro do município, shows de pequeno porte, pagarão um valor de R$ 422, nos bairros, shows de pequeno porte, pagarão R$ 316,50, e assim, de médio a grande porte esses valores serão de acordo com as estruturas dos eventos. No decreto, é fixado valores ainda, para exposição de veículos, móveis, certidões, petições e requerimentos, dentre outros serviços, que também tem seus valores reajustados em 2022.
Um homem com transtornos mentais tentou invadir o Fórum Desembargador Arnaldo de Almeida Alcântara, em Paramirim, Bahia, no fim da tarde deste domingo (16). Por volta das 17h45, a Guarda Municipal flagrou-o danificando a porta de entrada do imóvel. Ele, que já praticou a ação outras vezes, foi contido pelos agentes e conduzido à Delegacia de Livramento de Nossa Senhora, onde estão sendo adotadas as medidas cabíveis.
A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, passou a ser considerada doença ocupacional em 1º de janeiro, após a sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Na prática, significa que agora estão previstos os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários assegurados no caso das demais doenças relacionadas ao emprego.
A síndrome, desencadeada pelo estresse crônico no trabalho, se caracteriza pela tensão resultante do excesso de atividade profissional e tem o esgotamento físico e mental, a perda de interesse no trabalho e a ansiedade e a depressão entre os sintomas (leia mais sobre a doença ao final da reportagem).
O que muda para o trabalhador
Com a mudança na 11ª Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11), a síndrome passará a ter o código QD85 - até o ano passado, era o Z73. De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, para efeito de registro dos benefícios por incapacidade junto à Previdência, será necessário atualizar normativos internos e sistemas para fazer as atualizações da CID-11, e essa mudança deve ocorrer aos poucos.
De acordo com a advogada Cíntia Fernandes, especialista em direito do trabalho e sócia do Mauro Menezes & Advogados, o trabalhador com síndrome de burnout terá direito a licença médica remunerada pelo empregador por um período de até 15 dias de afastamento.
Já nas hipóteses de afastamento superior a 15 dias, o empregado terá direito ao benefício previdenciário pago pelo INSS, denominado auxílio-doença acidentário, que prevê a estabilidade provisória, ou seja, após a alta pelo INSS o empregado não poderá ser dispensado sem justa causa no período de 12 meses após o fim do auxílio-doença acidentário.
Nos casos mais graves de incapacidade total para o trabalho, o empregado terá direito à aposentadoria por invalidez, mas é preciso passar pela perícia médica do INSS.
A advogada Lariane Del Vecchio, especialista em direito do trabalho, destaca que, além do afastamento e da estabilidade, o trabalhador acometido pela síndrome também tem direito a continuar a receber os depósitos de FGTS em sua conta, manutenção do convênio médico, indenização por danos morais em caso de violação a direitos de personalidade, danos materiais como gastos com medicação e consultas multidisciplinares, danos emergentes, como PLR e adicionais, e pensão vitalícia, que consiste em uma indenização que se leva em consideração a redução da capacidade laboral e o prejuízo financeiro provocado pela doença.
Relação com o trabalho
Na classificação, a OMS descreve o burnout como "uma síndrome resultante de um estresse crônico no trabalho que não foi administrado com êxito" e que se caracteriza por três elementos: "sensação de esgotamento, cinismo ou sentimentos negativos relacionados a seu trabalho e eficácia profissional reduzida".
De acordo com o doutor em direito do trabalho Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, membro da Academia Brasileira de Direito do Trabalho e professor da PUC-SP e FADISD-SP, essa classificação torna de forma direta a ligação da doença com o trabalho, o que acaba por gerar responsabilização para o empregador.
Mas a advogada Lariane ressalta que, para configurar a síndrome como doença ocupacional, é necessário provar a relação entre trabalho e doença.
“É o que chamamos de nexo causal, que é a evolução de uma doença preexistente. O grande problema neste caso é a subnotificação se o diagnóstico for incorreto. Muitas vezes o trabalhador não relata que a doença está relacionada ao ambiente laboral, e ela é diagnosticada como depressão, ansiedade e crise de pânico. Todos os acidentes de trabalho devem ser comunicados, independente da gravidade, mesmo que não haja afastamento e incapacidade para o trabalho”, orienta.
Cíntia Fernandes reforça a necessidade de comprovação mediante perícia e atestado médico. “É necessário que o empregado apresente os atestados e laudos médicos para ter direito aos afastamentos. A partir do diagnóstico de doença relacionada ao trabalho, a empresa deverá emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho, comunicando o INSS. Na hipótese de omissão do empregador, o próprio trabalhador poderá registrar a CAT na página do INSS”, informa.
Demandas judiciais já previam direitos
Segundo o advogado Celso Joaquim Jorgetti, sócio da Advocacia Jorgetti, a síndrome de burnout já é conhecida no meio jurídico trabalhista e previdenciário brasileiro como uma doença ocupacional pelas inúmeras demandas judiciais em busca dos direitos e garantias dos empregados e segurados.
“Agora, desde o dia 1º de janeiro, a doença deixou de ser abstrata e relacionada a várias causas e passou a compor o capítulo específico dos problemas gerados e associados ao emprego ou desemprego. Essa alteração demonstra um grande avanço no reconhecimento das doenças da era moderna”, avalia.
Jorgetti observa que a doença ocupacional está prevista na Lei 8.213/91 como adquirida pela atividade desenvolvida no trabalho ou pelo meio ambiente e é considerada como acidente de trabalho.
É responsabilidade do empregador evitar o adoecimento de seus funcionários, assim como zelar por um ambiente de trabalho saudável, seja presencial ou remoto, apontam os especialistas.
“A manutenção de um ambiente de trabalho seguro e saudável é responsabilidade do empregador, o qual possui várias ferramentas para zelar da saúde de seus empregados, a começar pelo respeito a legislação vigente no que se refere à jornada de trabalho e aos intervalos. Além disso, é importante ter atenção às metas que são propostas, de modo que estejam dentro de um contexto de razoabilidade, principalmente ao considerar que as metas abusivas têm sido um dos principais fatores de esgotamento profissional. Associado a essas condutas, o empregador deve desenvolver programas preventivos em segurança e medicina do trabalho, com acompanhamento rigoroso e fiscalização quanto ao cumprimento”, alerta Cíntia Fernandes.
Na opinião de Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, "é fundamental a realização de exames periódicos e a tentativa de manutenção de um ambiente de trabalho sadio sem excessos de jornada e respeito ao descanso dos trabalhadores tanto no trabalho presencial quanto em home office.
Na Justiça do Trabalho, a responsabilidade das empresas será avaliada a partir da análise do laudo médico comprovando a existência da síndrome de burnout, evidenciando o histórico do trabalhador e avaliação do ambiente laboral, inclusive relatos de testemunhas, de acordo com o advogado Celso Jorgetti.
“Além disso, serão buscadas comprovações de degradação emocional e fatores causadores da síndrome, como assédio moral, metas excessivas ou cobranças agressivas e competitividade. Dessa forma, caberá às empresas garantirem programas preventivos para evitar a síndrome de burnout, com o propósito de implementar ações que, além de preservar a saúde mental do trabalhador, possam contribuir com o crescimento da corporação”, diz.
Entenda a doença
A síndrome do esgotamento profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características:
- sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia;
- aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho;
- redução da eficácia profissional.
De acordo com a neurocientista Ana Carolina Souza, a síndrome de burnout é um quadro psicológico associado a uma percepção de exaustão que ocorre de forma prolongada, ou seja, não é uma fadiga pontual.
“Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, diz.
Sintomas
Os sintomas mais comuns são sensação de esgotamento físico e mental, perda de interesse nas atividades de trabalho, sentimentos negativos associados ao ambiente de trabalho, falta de motivação para trabalhar, irritabilidade, depressão, ansiedade, baixa autoestima, dificuldade de concentração e pessimismo.
Alguns sintomas também podem ser físicos, como dores de cabeça constantes, enxaqueca, fadiga, palpitação, pressão alta, tensão muscular, insônia, problemas gastrintestinais, gripes e resfriados recorrentes.
Condições que favorecem a síndrome
O início dos sintomas pode se dar por um acúmulo de tarefas, um excesso de responsabilidades e um nível de exigência e pressão exagerados associados a uma alta demanda de trabalho. Esse cenário tende a favorecer a sensação de impotência e a falta de perspectiva, que junto com a sobrecarga de trabalho permitem o quadro.
“A síndrome de burnout está associada a uma desconexão entre aspectos importantes como o volume de trabalho, a percepção de controle do indivíduo sobre a situação, seu reconhecimento e as relações com as pessoas, inclusive os gestores”, afirma Ana Carolina.
Além disso, a diversidade de canais de comunicação disponíveis pode levar a uma sensação de sobrecarga. Isso pode gerar dificuldade de alinhamento de prioridades, excesso de cobrança, erros de comunicação, sentimentos negativos e percepção de maior distanciamento e frieza por parte dos gestores ou da empresa, salienta a neurocientista.
“Ao mesmo tempo que a tecnologia permite mais autonomia pode gerar a sensação de que as pessoas devem estar disponíveis para o trabalho constantemente, uma vez que podem responder e-mails e mensagens facilmente do seu celular. Isso traz um excesso de carga horária, mesmo quando a pessoa está fora do escritório o que, associado às cobranças e pressão, pode piorar ou favorecer um quadro de burnout”, afirma.
Como prevenir
O controle do estresse e o exercício saudável da liderança são fundamentais para a prevenção. É importante que os gestores estejam atentos aos seus colaboradores. Ao perceber que algum funcionário possa estar sob grande pressão, sobrecarregado ou desenvolvendo uma possível frustração associada ao trabalho, ele deve buscar formas de reverter o cenário e evitar um desgaste maior.
Nesse contexto, o exercício da empatia pode ser uma forma muito eficiente de leitura dos colaboradores, permitindo uma maior sensibilidade na hora de direcionar suas atividades e dar retorno sobre seu desempenho.
Para os líderes, uma dica é sempre se lembrar qual é a importância daquela pessoa para a sua equipe, valorizando o que as pessoas têm em comum.
Existem diferentes formas de exercitar a empatia; uma delas é dar atenção às pessoas. Quando conversar com elas, fazer contato visual e ouvir atentamente ao que dizem. Exercitar o que chamamos de “escuta ativa”, quando ouvimos o que o outro está dizendo, inibindo julgamentos e pensamentos para que de fato seja possível compreender a perspectiva e os sentimentos da pessoa que fala.
Na manhã desta última quinta-feira (13), a Guarnição do Peto da 46ª CIPM, Companhia Independente de Polícia Militar, realizava rondas nas imediações da Quadra no Bairro Benito Gama em Livramento de Nossa Senhora, Bahia, quando foi avistado um indivíduo em atitude suspeita em um veículo VW/GOL 1000, cor prata. Foi realizada abordagem, não sendo encontrado nada de ilícito. Entretanto, ao consultar a placa do veículo, existia uma restrição de furto/roubo. O indivíduo e o veículo foram apresentados à Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora para serem tomadas as medidas cabíveis.
Uma guarnição do PETO recebeu informação de que uma residência no Bairro Sossego na cidade de Rio de Contas, Bahia, servia para acondicionamento de drogas e plantação de maconha. Ao efetuar o levantamento no local, constatou-se que havia uma movimentação estranha com acesso de diversos indivíduos em atitude suspeita. Ao aproximar-se, havia um indivíduo na porta e foi possível visualizar alguns animais silvestres em cativeiro na porta da residência. Ao proceder com a abordagem policial foi encontrada certa quantidade de substância análoga à cocaína na “muleta” de um dos indivíduos, alguns pés da planta cannabis, além de pássaros silvestres. No local haviam 3 pessoas , os quais informaram aos Policiais Militares que aqueles pés de maconha eram de propriedade dos três. Constatou-se ainda que um dos indivíduos que é deficiente físico, possuía no interior de sua muleta 8 (oito) papelotes de substância análoga à cocaína, bem como foram encontrados com ele 3 (três) pássaros silvestres que estavam em gaiolas, sendo que este não possuía autorização para a criação das aves. Os indivíduos e o material foram apresentados à Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora para serem tomadas as medidas cabíveis.
O presidente Jair Bolsonaro disse, na noite da última quinta-feira (13), que irá enviar ao Congresso um projeto de lei que altere o prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Na proposta, pessoas com até 75 anos poderiam renovar a CNH a cada 10 anos.
Atualmente, este é o prazo que pessoas até 50 anos seguem. Quem tem entre 50 e 70 anos passa a ter que renovar a carteira de motorista a cada cinco anos. Já aqueles que estão depois dos 70 precisam renovar o documento a cada três anos.
Os prazos atuais já são resultados de mudanças realizadas no governo Bolsonaro, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Em 2019, Bolsonaro já havia enviado um projeto propondo alterações nas regras de trânsito. Ele foi aprovado, mas com alterações.
“Nós mandamos a proposta para a Câmara, para que até os 65 anos de idade a carteira de habilitação fosse renovada a cada 10 anos. O Congresso deixou passar para 50 anos, não deixou de ser um ganho”, disse Bolsonaro.
Na noite desta última quinta-feira (13), durante a execução da "Operação Força Total" em rondas pelo bairro Estocada, em Livramento de Nossa Senhora, uma guarnição da Cipe Sudoeste abordou um indivíduo em atitude suspeita. Com ele foi encontrado: 28 petecas de substância análoga a maconha, aproximadamente 100 gramas; 01 pedaço de substância análoga a maconha prensada, com aproximadamente 200 gramas; e 01 aparelho celular. A guarnição conduziu o indivíduo à delegacia, onde a ocorrência foi registrada.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu, desde a última terça-feira (12) a realização de perícias médicas para revisão do auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença).
Segundo o INSS, a decisão de suspender as revisões foi tomada por conta do aumento dos casos de Covid-19 provocado pela variante ômicron. A suspensão não vale para os "casos de mutirões de realização de perícia médica que já estavam previamente programados e com viagens definidas".
Mais de 170 mil segurados foram convocados para agendar e realizar essas perícias ainda em agosto do ano passado, sob pena de perda do benefício. Até meados de novembro, cerca de 85 mil beneficiários ainda não tinham marcado a revisão. A relação completa dos convocados pode ser consultada no Diário Oficial da União.
O prazo para agendar a perícia e evitar a perda do auxílio terminou em 19 de novembro passado. Quem perdeu o prazo teve o benefício suspenso – mas pode reavê-lo realizando a perícia em até 60 dias da suspensão.
Questionado pelo g1, o INSS informou que as perícias suspensas serão remarcadas para o segundo semestre deste ano. O segurados que tiveram a remarcação suspensa serão avisados sobre a nova data, e seguirão recebendo o benefício normalmente. O INSS não informou, no entanto, como deve proceder quem teve o benefício suspenso e precisaria agendar o procedimento para voltar a receber.
Entenda o pente-fino
Em agosto, o INSS convocou cerca de 173 mil segurados que estavam há pelo menos seis meses sem passar por perícia médica.
Desse total, 95.588 foram convocados via publicação no Diário Oficial da União no dia 27 de setembro para agendarem a perícia médica de reavaliação do benefício por incapacidade por não terem sido encontrados ou não terem marcado o exame.
Os aposentados por invalidez e pessoas que recebem o amparo assistencial ao deficiente não passam por essa revisão.
O alto poder de transmissão da variante ômicron do coronavírus acende o alerta para a necessidade de redobrar os cuidados para prevenção da Covid-19. Além de manter o distanciamento social, o uso da máscara continua sendo essencial.
De acordo com Vitor Mori, pesquisador na Universidade de Vermont e membro do Observatório Covid-19 BR, o modelo ideal é a PFF2, ou N95, com o elástico em volta da cabeça.
Para Mori, esta é a melhor máscara por fornecer um bom nível de proteção individual e coletivo quando utilizada corretamente, ou seja, bem vedada ao rosto.
Em seguida, estão as máscaras PFF2 que são presas com elásticos nas orelhas. “O elástico na orelha impede um pouco a máscara de vedar bem o rosto, então pode aparecer um pouco de vazamento”, diz o especialista.
Em terceiro lugar estão as máscaras classificadas como KN95, que também são presas por elásticos na orelha.
De acordo com Mori, o ponto negativo delas está no fato de não passarem por processo de certificação, diferentemente das PFF2.
Só depois é que as máscaras de pano surgem na lista – desde que sejam utilizadas juntamente com uma cirúrgica por baixo, também bem vedada para evitar vazamentos pelas laterais.
Se for para utilizá-las sozinhas, prefira as cirúrgicas. As de tecido ficam em último lugar no ranking da proteção.
Mori destaca que é possível encontrar uma máscara PFF2 até mesmo por menos de R$ 2, dependendo do modelo e do local, e que elas podem ser usadas inúmeras vezes.
“Você pode ter um conjunto de três máscaras e fazer um rodízio. Então, no final do mês, nem vai sair mais caro do que uma máscara de pano”, afirma.
O governador Rui Costa visitou o município de Jussiape, na região da Chapada Diamantina, onde autorizou o início das obras de modernização do Colégio Estadual Horácio de Matos. Ele também assinou ordem de serviço para construção dos sistemas simplificados de abastecimentos de água das localidades de Pitombeira e Buracão. Somadas, as obras totalizam mais de R$ 6,5 milhões em investimentos.
Na ocasião, Rui ainda visitou a barragem Duas Ilhas, danificada pelas fortes chuvas na região, para a qual autorizou obras de recuperação no valor de R$ 1,5 milhão. O governador também deu por entregue os sistemas integrados de abastecimento de água nas localidades de Cruz e Confins, que beneficiam 208 famílias, e a pavimentação em paralelepípedo com drenagem superficial nas ruas Alto do Bomfim e 15 de Novembro, no distrito de Caraguataí, além das ruas 1,2,3 e 4, no Povoado da Cruz. Juntas, as entregas representam mais de R$ 950 mil em recursos.
Rui autorizou ainda o processo licitatório para construção do sistema integrado de abastecimento de água da localidade de Olhos D’Água e mais de R$ 1,9 milhão em convênios com a prefeitura para reforma, ampliação e aquisição de equipamentos para a Casa de Farinha da comunidade de São José; a implantação de iluminação no Estádio Municipal Ordelange Novais Pereira; a construção de uma ciclovia no pórtico de entrada da cidade; assim como a pavimentação em paralelepípedo das ruas Alto do Bonfim, Abaíra, Dom Pedro, Lajedo e ACM, no povoado de Caraguataí, e as travessas Boa Vista e Dr. Procópio.
Foi firmado ainda um convênio para a aquisição de máquinas para a recuperação das estradas vicinais danificadas pela chuva. Além disso, foi autorizado pelo governador a licitação para início das obras de uma nova delegacia de polícia na modalidade de complexo policial, ou seja, a Civil e Militar ficarão juntas. O Delegado da Polícia Civil de Livramento de Nossa Senhora, bem como o Capitão Wagner Rocha da 46ª CIPM se fizeram presentes nesta visita do governador.
Os municípios brasileiros devem ter uma redução na disponibilidade de recursos financeiros ao longo de 2022. A análise é do especialista em Orçamento Público, Cesar Lima. Segundo o economista, o quadro se deve a uma série de fatores, entre eles, uma menor prévia do PIB para este ano em relação a 2021.
“A prévia do PIB para 2021 é de um aumento entre 5,1% e 5,3%. Para 2022, esse crescimento está entre 2,1 e 2,5%. Então temos a diminuição da atividade econômica e a manutenção de altas taxas de inflação e juros, os quais impelem aumentos de preços. Tais aumentos refletem diretamente nas contas dos municípios e suas despesas correntes”, explica.
Lima explica que não se trata de uma redução visível, mas, sim, uma menor disponibilidade de recursos, devido à redução da atividade econômica e, consequentemente, menor arrecadação somada ao aumento geral de preços no mercado.
O recuo deverá ser sentido com maior intensidade nos encargos atrelados ao consumo e à renda (ICMS, ISS, IPI, IR, etc), mas deve se manter nas taxas públicas (IPTU, IPVA, ITBI, etc.).
Redução da oferta de crédito
Uma pesquisa divulgada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revela que haverá uma tendência de redução da oferta de crédito em 2022 por parte das instituições financeiras. Isso se dará devido há um temor de inflação descontrolada e até recessão no ano seguinte.
Diante de um cenário como esse, a renda das famílias, assim como o faturamento das empresas são afetados de forma direta. Já com o aumento do risco de inadimplência, os bancos devem ficar mais receosos para emprestar dinheiro.
A primeira edição da Operação "Força Total" foi lançada hoje (13) pela Polícia Militar (PM) em Livramento de Nossa Senhora, e ocorre nos demais 416 municípios baianos. Segundo a corporação, a iniciativa visa intensificar o policiamento ostensivo, preventivo e repressivo com o objetivo de potencializar as ações e operações policiais em andamento e ampliar a segurança no município. A Operação, desenvolvida pela Polícia Militar em todo o estado da Bahia, faz parte de um conjunto de ações que marcam um ano de atuação do Comandante Geral, Coronel PM Coutinho, a frente da instituição. Em Livramento, além do efetivo Operacional, a "Força Total" teve a participação do Comandante da 46ª CIPM, Cap PM Wagner Rocha, do Subcomandante, Cap PM Arão Durval, Oficiais e o efetivo das Seções Administrativa da Unidade.