
Operador 88
Uma operação conjunta do Ministério Público da Bahia (MP-BA) com as Polícias Civil e Rodoviária Federal prendeu cinco empresários e um agente público por suspeita de desvio de R$ 21,5 milhões dos cofres públicos da cidade de Encruzilhada, no sudoeste da Bahia, na manhã da última sexta-feira (19). Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca, cinco de prisão e um de afastamento do exercício das funções públicas em endereços nos municípios baianos de de Anagé, Encruzilhada, Ilhéus, Jequié, Mirante, Ribeirão do Largo e Vitória da Conquista. Batizada de "Operação Basura", a ação apura uma denúncia de desvios de recursos públicos em Encruzilhada, por meio de licitação e execução superfaturada de contrato de serviços de resíduos sólidos. Nas investigações, o MP-BA aponta que uma pequena empresa captou R$ 21,5 milhões de maneira ilegal para suposta prestação de serviços. O órgão descobriu que a prática ocorria há pelo menos sete anos, com o aluguel de máquinas e execução de obras de engenharia civil, com a prestação de mão-de-obra, em diversas cidades da região, inclusive aqui em Livramento de Nossa Senhora. A Vara Única da Comarca de Encruzilhada pediu a prisão temporária e afastamento do agente público. Além disso, a Justiça também autorizou as buscas e apreensões nos endereços residenciais e funcionais dos empresários envolvidos.
No ano em que a celebração da Consciência Negra completa seu 50º aniversário, lideranças negras e quilombolas conquistaram um marco em seu histórico de luta política no Brasil: pela primeira vez em 26 edições, a Conferência do Clima das Nações Unidas teve a presença significativa de organizações do movimento negro.
Na edição em que o Brasil deixou de travar as negociações sobre o mercado de carbono e cobrou por recursos, um dos destaques do evento foram as organizações da sociedade civil: além das lideranças indígenas, organizações da luta antirracista levantaram o debate sobre o genocídio em curso como efeito direto da crise climática. Os grupos ainda lançaram um manifesto em defesa da titulação de territórios quilombolas.
"O debate sobre justiça climática é necessariamente um debate de direitos humanos", explica o historiador e ativista Douglas Belchior, que integrou a comitiva da Coalizão Negra por Direitos em Glasgow. "Nós queremos um planeta preservado para as pessoas que vivem nele. Existem segmentos de população que podem exercer a plenitude da sua vida e outros segmentos que não."
Segundo Belchior, esta também foi a primeira vez na história do movimento em que lideranças saíram em tour pelos parlamentos de Paris, Madrid, Berlim e Munique para denunciar o racismo ambiental e a violência contra a população negra no Brasil.
"Em 2021, a gente continua tendo que repetir o exercício que fez Abdias do Nascimento: denunciar o genocídio negro no Brasil. O mundo desconhece, mas o genocídio continua."
'Ondas de bandeiras'
As demandas por justiça ambiental não são novidade na agenda do movimento negro no Brasil. Mas a participação inédita de mais de 200 entidades contempladas pela comitiva da Coalizão Negra por Direitos – atualmente o maior pacto entre organizações negras do país – representa um momento de atualização das pautas de enfrentamento ao racismo estrutural. É o que explica Dennis de Oliveira, professor da ECA/USP e pesquisador de movimentos sociais, ao analisar as “ondas de bandeiras” que se destacaram na história da luta antirracista.
“Quando você pega o período da Constituinte (1987-1988) – quando o racismo se transformou em crime inafiançável e imprescritível – houve uma certa mobilização de parte da intelectualidade negra no campo jurídico por conta dessa conquista legal."
"Depois, durante a aprovação da lei que instituiu o estudo das relações étnico-raciais, houve essa mesma tendência no campo educacional, com a formação de professores e construção de material didático. O mesmo acontece com o recrudescimento da violência policial. Todos esses processos são expressão do que a gente chama de racismo estrutural. ”
Para Dennis, a pandemia de Covid-19 – mais letal entre a população negra – foi o que trouxe urgência às demandas por participação no debate climático.
“No cenário pós-pandêmico, a pauta pela vida digna é a grande questão. Quando se fala em questão ambiental, não se trata apenas da preservação de ecossistemas, mas da garantia da vida digna de comunidades negras que estão tendo os seus lugares de vivência destruídos pela ganância da produção industrial e pela extração desenfreada e não-sustentável de recursos naturais”, explica. "Para a população negra – assim como para os povos originários – não é apenas uma questão de defesa de meio ambiente, mas de sua própria existência física.
O ativista Douglas Belchior, cofundador da Uneafro e uma das principais lideranças da Coalizão Negra por Direitos, vê esses momentos na história como uma resposta ao que chama de "atualizações da opressão racial".
"As estratégias do genocídio se atualizam, assim como as nossas [estratégias] para enfrentá-lo", diz.
Racismo ambiental
Para além dos efeitos da pandemia, existem outros motivos para a pauta climática servir como pano de fundo para a denúncia do genocídio da população negra, quilombola e indígena no Brasil. Às vésperas da cúpula do clima, o governo Bolsonaro rejeitou o uso do termo 'racismo ambiental' usado em um relatório da ONU para citar a situação das comunidades quilombolas no Brasil.
"Quando o governo pensa em construir hidrelétricas é nas áreas de populações menos favorecidas, são as Comunidades Quilombolas e as terras indígenas, os pescadores", explica Katia Penha, coordenadora nacional da Coordenação das Comunidades Quilombolas do Espírito Santo (CONAQ/ES). Ela esteve entre as lideranças que representaram mais de 6300 comunidades quilombolas na COP 26, onde falaram sobre os impactos das hidrelétricas na região Amazônica.
Segundo dados da Conaq, existem 16 milhões de quilombolas no Brasil. E embora tenham sido citadas pelas Nações Unidas como vítimas do racismo ambiental, esta foi a primeira vez em que lideranças quilombolas estiveram na conferência do clima.
"Hoje quem é que discute a pauta ambiental no Brasil? São pessoas brancas classe média alta ou classe média", provoca Selma Dealdino, secretária executiva da Conaq. "Nós temos várias iniciativas populares, de pessoas simples que transformam aquele espaço em que vivem, mas que não agridem, não violam, não violentam a natureza. Então é necessário ouvir o que essas pessoas têm a dizer."
Já o ativista climático Marcelo Rocha, de 26 anos, dá exemplo práticos do racismo ambiental nas zonas urbanas ao expor sua trajetória na periferia de Mauá (SP).
"A periferia me torna um ativista climático a partir do momento em que olho ao meu redor e percebo o quanto estou imerso na desigualdade: Quem são as pessoas que sofrem mais com uma enchente? Minha mãe, que depois de passar o dia inteiro limpando a casa de alguém foi obrigada a passar a noite em uma estação de trem para esperar o rio baixar. Eu estou falando sobre o nosso cotidiano."
Marcelo discursou para milhares de pessoas pela plataforma Fridays for Future em Glasgow. Marcelo aponta que o debate sobre meio ambiente se tornou elitizado, e peca em dialogar com as demandas mais urgentes da população.
"Não estamos no mesmo barco. A tempestade é a mesma, mas o nosso barco enquanto população preta e periférica é uma jangada. Enquanto a galera tá produzindo solução climática pra ir para Marte, a gente tá falando de comer hoje", diz.
Momento histórico
Diosmar Filho, doutorando em Geografia pela UFF e coordenador do projeto “Mudanças Climáticas em face do Reconhecimento dos Territórios Negros” explica o caráter inédito da ocupação do movimento negro na COP 26: trata-se da maior presença política de movimentos negros brasileiros em instâncias da ONU desde 2001, na conferência de Durban, na África do Sul, onde foi reivindicada uma maior participação na agenda política ambiental na ONU. "Precisou de 20 anos pós-Durban para que alcançássemos o que vivemos agora (na COP 26).
O pesquisador ainda alerta que a falta desses grupos nos principais eventos sobre clima podem reforçar um novo ciclo de exploração de territórios de países em desenvolvimento, com história marcada pelo colonialismo.
"Não se fala de onde é que vai tirar minério para tornar carros elétrico, avião a nitrogênio, tudo isso. Pelo porque a gente tem de informação, esses minérios estão no continente africano, na Austrália e na América do Sul, em países como Brasil, Bolívia, na Amazônia, na Amazônia internacional. Para fazer isso, será preciso um novo ciclo de exploração, que novamente viola povos e territórios."
Na noite da última segunda-feira (15) o livramentense Fábio Cardoso de Sousa acabou se envolvendo em um acidente entre as cidade de Caldas Novas e Pires do Rio no estado de Goiás e não resistiu aos ferimentos vindo a falecer. O livramentense Fábio, dirigia o veículo Voyage e Leonardo Sucupira a outra vítima fatal do acidente, seguia com o veículo Ford-k em direção oposta e eles acabaram se chocando frontalmente. Segundo o Batalhão de Polícia Militar Rodoviária de Goiás não foi possível identificar qual veículo/condutor invadiu a pista contrária. A equipe de resgate do Corpo de Bombeiros esteve no local, porém assim que chegaram constataram o óbito das vítimas, sendo acionado o IML, Instituto Médico Legal. A comunidade de Tanquinho no Distrito de São Timóteo bem como toda Livramento, onde familiares e amigos de Fábio residem, estão muito comovidos com essa tragédia. O corpo de Fábio Cardoso chegou na comunidade de Tanquinho na tarde da última quarta-feira, dia 17, onde seu corpo foi velado e foi sepultado ontem pela manhã no Distrito de São Timóteo. A equipe da Rádio 88 FM, lamenta o ocorrido e se solidariza com essas famílias e amigos que sofrem com a perda dos dois.
O Senado aprovou nesta quinta-feira (18) o projeto que tipifica a injúria racial como racismo e estabelece pena mais rigorosa para quem comete o crime. A proposta, que recebeu 63 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para análise da Câmara dos Deputados.
O texto alinha a legislação brasileira a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em outubro, tornou imprescritível (passível de punição a qualquer tempo) a injúria racial e estabeleceu que a prática pode ser equiparada ao racismo.
O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado em uma sessão do Senado destinada à análise de propostas de enfrentamento ao racismo e de valorização da cultura negra. No próximo sábado (20), é celebrado no país o Dia da Consciência Negra.
A proposta aprovada pelos senadores insere na Lei de Crimes Raciais, sancionada em 1989, um artigo que diz que quem "injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional" será punido com 2 a 5 anos de prisão e pagamento de multa.
Atualmente, o crime de injúria racial é previsto no Código Penal, o qual estabelece punição de 1 a 3 anos de reclusão e multa para quem ofende a dignidade de outra pessoa utilizando elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, entre outros.
O projeto aprovado, portanto, transfere a injúria racial do Código Penal para a Lei de Crimes Raciais. O objetivo da mudança, segundo defensores da proposta, é eliminar "qualquer dúvida" de que a prática, assim como o racismo, é inafiançável e imprescritível.
"A transposição do crime de injúria racial do Código Penal para o bojo da Lei nº 7.716, de 1989 [Lei de Crimes Raciais], trará segurança jurídica no enfretamento da questão, pois retira qualquer dúvida de que o comportamento configura racismo, crime inafiançável e imprescritível", afirmou o relator do projeto, senador Romário (PL-RJ).
"O aumento da pena é adequado e razoável, está em harmonia com as demais previstas pela Lei do Racismo e terá a finalidade de desestimular a perpetuação de atos racistas, bem como punir mais severamente eventuais criminosos", disse o parlamentar.
O crime de racismo, previsto em lei, é aplicado se a ofensa discriminatória é contra um grupo ou coletividade — por exemplo: impedir que negros tenham acesso a estabelecimento. O racismo é inafiançável e imprescritível, conforme o artigo 5º da Constituição.
Para Romário, há, no meio jurídico, uma diferenciação "frágil" de que o racismo, para ser configurado, demanda uma ofensa à coletividade e não apenas a um indivíduo e a proposta busca superar tal ideia.
"Esse entendimento confere aos agressores um tratamento penal mais brando, o que estimula a continuidade dessas práticas de ódio", declarou o relator.
Outros projetos
Os senadores também aprovaram nesta quinta-feira (18) um projeto que cria o Selo Zumbi dos Palmares, o qual será concedido aos municípios “que se destacarem na execução de políticas públicas de promoção da igualdade racial”. Texto segue para promulgação.
Por fim, também foi aprovada a proposta que reconhece o sítio arqueológico Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, como patrimônio da história e cultura afro-brasileira.
A área já recebeu o título de patrimônio histórico da humanidade pela Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 2017. Texto segue para análise da Câmara dos Deputados.
Hoje dia 19 de novembro, é celebrado o Dia da Bandeira Nacional em homenagem à bandeira brasileira, desenhada por Raimundo Teixeira Mendes, Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Vilares. Essa bandeira foi criada após a Proclamação da República, que ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, e apresentada no dia 19 de novembro do mesmo ano, por isso a celebração é nessa data. A bandeira foi, oficialmente, adotada no Decreto nº 04 constando que: Art. 1º -- A bandeira adotada pela República mantém a tradição das antigas cores nacionais -- verde e amarela -- do seguinte modo: um losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera celeste azul, atravessada por uma zona branca, em sentido oblíquo e descendente da esquerda para a direita, com a legenda -- Ordem e Progresso -- e ponteada por vinte e uma estrelas, entre as quais a da constelação do Cruzeiro do Sul, dispostas na sua situação astronômica, quanto à distância e ao tamanho relativos, representando os vinte Estados da República e o Município Neutro; tudo segundo o modelo desenhado no anexo no 1. A parte amarela e verde da bandeira atual já fazia parte da bandeira anterior, definida pelo pintor francês Jean. Mas, outros pontos foram alterados como: as Armas do Império foram substituídas pela esfera republicana da cor azul; na esfera, foi colocado o lema “Ordem e Progresso”; ainda na esfera azul, estrelas foram adicionadas representando os estados brasileiros na posição em que elas apareceram no céu do Rio de Janeiro naquele dia 15, às 8h30. Destaca-se que a estrela solitária da bandeira representa o estado do Pará, único localizado ao norte naquele tempo, já que Amapá e Roraima terem se tornado estados somente em 1988. Uma última modificação foi feita em 1992, sendo adicionadas novas estrelas correspondentes aos estados do Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins. A cor verde significa a natureza, o amarelo simboliza o ouro e riquezas, já a cor azul, junto das estrelas brancas, são referências ao céu na noite da proclamação.
O governador Rui Costa voltou a falar sobre a pressão que tem recebido de representantes do Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) e da comissão de vereadores de Salvador, sobre a realização do carnaval de 2022.
Em entrevista, Rui citou dados sobre o crescimento de casos de Covid-19 no mundo, para argumentar sobre o risco que é autorizar uma festa com milhões de pessoas na rua, sem a capacidade de conferir cartões de vacinação e o uso de máscaras.
"As pessoas, em uma sede de realizar o seu sonho festivo e empresarial, estão se esquecendo do drama que a gente viveu em um ano e meio. Eu não colocarei a população em risco. Não vou colocar minha cabeça no travesseiro e ficar, eventualmente, me lamentando por ser responsável por dezenas ou centenas de mortes, com a realização de um carnaval, quando eu tenho no dia de hoje em torno de 2.500 casos positivos", argumentou.
O governador ainda citou medidas restritivas de outros países com relação à pandemia da Covid-19. Detalhou, inclusive, que tem países fechando cidades quando aparecem cinco casos.
O governador também falou sobre os eventos que estão liberados atualmente. Até a sexta-feira (19), estão autorizadas as festas com público de até três mil pessoas. Ele criticou os realizadores desses eventos que não têm cobrado o que está estabelecido em decreto estadual.
"Nós liberamos eventos e, infelizmente, as informações que eu recebo é de que não estão respeitando a exigência, por exemplo, de vacinação. As festas que estão acontecendo no litoral, na cidade, as pessoas não estão usando máscara. As pessoas chegam com qualquer papel na portaria, fazem de conta que estão apresentando um comprovante e ninguém checa a autenticidade do papel. As festas estão sendo feitas sem nenhuma verificação, inclusive de que as pessoas que estão lá estão vacinadas. Então, o dinheiro não pode estar acima da vida das pessoas e da saúde das pessoas", ponderou.
Segundo Rui, as pessoas que estão solicitando o aumento na liberação do público de festa não têm sensibilidade para, pelo menos, exigir que quem as pessoas que entrem nos eventos, apresentem atestado de vacinação.
Ainda com relação aos decretos, o governador avisou que o Estado não tem como monitorar a realização das festas em todas as cidades. Ele apelou para que os prefeitos fiscalizem as ações e reiterou que ainda não vai decidir sobre o carnaval.
Comparação com casos no mundo
Nas últimas semanas, o governador estava em viagens oficiais, participando de eventos e reuniões relacionados à economia da Bahia. Segundo relatou, a pandemia continua a ser tratada com seriedade fora do Brasil.
"Eu acabei de chegar de viagem, de vários países. Fui no Oriente [Médio], fui na Europa, e eu, governador, com passaporte diplomático, para entrar em um restaurante, tinha que apresentar meu atestado de vacinação. Em alguns lugares, para entrar, além do atestado de vacinação, eu tinha que apresentar um exame de PCR, com resultado em menos de 48 horas", contou.
Ele também comparou as restrições que os países europeus estão enfrentando com o aumento de casos da Covid-19, com a atual situação do Brasil.
"Hoje pela manhã, mais uma vez, eu abri as notícias do mundo inteiro e mais uma vez o que a gente vê de lá de fora é o forte agravamento das doenças nos países da Europa. Já temos o quarto ou quinto país da Europa que, nesta semana, anunciou fortes restrições de circulação de pessoas em função do crescimento da pandemia. No caso da Alemanha, temos a maior taxa de contaminação desde o início da pandemia, neste momento. Na Rússia, o maior número de mortes, em 24 horas desde o início da pandemia, está acontecendo neste momento".
Rui disse que algumas pessoas, mesmo com um ano e meio de pandemia, não conseguiram refletir sobre a necessidade do respeito à vida.
O município de Livramento de Nossa Senhora registrou mais dois casos de covid-19, segundo boletim divulgado nesta última quarta-feira (17). Desde o dia 9, ou seja há oito dias, o município tinha dois casos ativos, essas duas pessoas que seguiam em tratamento se curaram. Do início dos registros até hoje (18) são 3.329 confirmações para o vírus e 77 óbitos que a três meses não tem mais registros graças a Deus. E mais uma vez alertamos a importância de se vacinar. Procure seu PSF e vacine-se.
Em sessão plenária realizada na manhã da última quarta-feira (17), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) escolheu os integrantes da sua Mesa Diretora para a próxima gestão administrativa. O Desembargador Nilson Soares Castelo Branco foi eleito presidente para o biênio 2022-2024.
Foram eleitos, também, os Desembargadores Gardênia Pereira Duarte, para a 1ª Vice-Presidência; Márcia Borges Faria, para a 2ª Vice-Presidência; José Edivaldo Rocha Rotondano, para a Corregedoria Geral da Justiça; e Edmilson Jatahy Fonseca Júnior, para a Corregedoria das Comarcas do Interior.
Conduzida pelo atual Presidente do Judiciário baiano, o Desembargador Lourival Almeida Trindade, a sessão contou com a presença de 55 Desembargadores e ocorreu virtualmente, com transmissão ao vivo pelo site institucional do TJBA. A eleição foi realizada em escrutínio secreto, para cada um dos cargos, por meio do sistema de votação eletrônica.
A escolha do presidente foi decidida em primeiro turno. Concorreram ao cargo, os Desembargadores Nilson Soares Castelo Branco (31 votos); Carlos Roberto Santos Araújo (24 votos); Cynthia Maria Pina Resende (0 voto); Gardênia Pereira Duarte (0 voto); e Jefferson Alves de Assis (0 voto).
A eleição para a 1ª Vice-Presidência foi igualmente definida em primeiro turno, no qual disputaram os Desembargadores Gardênia Pereira Duarte (30 votos); José Edivaldo Rocha Rotondano (19 votos); Márcia Borges Faria (3 votos); Jefferson Alves de Assis (2 votos); e Cynthia Maria Pina Resende (1 voto).
Já a eleição para a 2ª Vice-Presidência foi decidida em segundo turno entre os Desembargadores Márcia Borges Faria (41 votos) e Baltazar Miranda Saraiva (14 votos). Também concorreram ao cargo, os Desembargadores José Edivaldo Rocha Rotondano, Jefferson Alves de Assis e Cynthia Maria Pina Resende.
No que se refere às Corregedorias, as eleições ocorrem sempre em turno único. O cargo de Corregedor-Geral da Justiça foi disputado entre os Desembargadores José Edivaldo Rocha Rotondano (30 votos); Edmilson Jatahy Fonseca Júnior (25 votos); Cynthia Maria Pina Resende (0 voto); Jefferson Alves de Assis (0 voto); e Maria de Lourdes Pinho Medauar (0 voto).
Concorreram à Corregedoria das Comarcas do Interior, os Desembargadores Edmilson Jatahy Fonseca Júnior (33 votos); Jefferson Alves de Assis (14 votos); Maria de Lourdes Pinho Medauar (3 votos); Mário Augusto Albiani Alves Júnior (3 votos); e Baltazar Miranda Saraiva (2 votos).
Cabe esclarecer que, para os cargos de Presidente, 1º Vice-Presidente e 2º Vice-Presidente, são eleitos os Desembargadores que obtêm a maioria absoluta dos votos (metade mais um), realizando-se nova votação entre os dois mais votados, se nenhum alcançar os votos exigidos. Já os Corregedores são eleitos por maioria simples. Havendo empate, é eleito o Desembargador mais antigo na Carreira.
A homologação das candidaturas ocorreu na sessão plenária do dia 10/11, com publicação no Diário da Justiça Eletrônico do dia 12/11. Os eleitos assumem a Mesa Diretora por dois anos, sem direito a reeleição.
Atualmente, o Tribunal baiano conta com 66 desembargadorias, sendo a Mesa Diretora composta pelos Desembargadores Lourival Almeida Trindade (Presidente); Carlos Roberto Santos Araújo (1º Vice-Presidente); Augusto de Lima Bispo (2º Vice-Presidente); José Alfredo Cerqueira da Silva (Corregedor-Geral); e Osvaldo de Almeida Bomfim (Corregedor das Comarcas do Interior).
Uma mulher perdeu o controle de direção do veículo que conduzia e acabou atingindo o muro da Escola Municipal Lélis Piedade, localizada na Rua José Maria Tanajura, no Centro de Livramento de Nossa Senhora. A colisão foi tão forte que derrubou um pedaço do muro e o portão. Por sorte ninguém se feriu. De acordo com relatos de testemunhas, a condutora ainda não tem total prática em conduzir o veículo, fato que pode ter ocasionado o acidente.
Um gol de Bruno Henrique aos 48 minutos do segundo tempo deu ao Flamengo a vitória sobre o Corinthians por 1 a 0 na noite de ontem no Estádio do Maracanã, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O rubro-negro foi soberano no jogo em sua despedida do Rio de Janeiro antes da final da Copa Libertadores da América. Por outro lado, o Timão perdeu a chance de entrar no G4. O resultado manteve o Flamengo na vice-liderança, com 63 pontos, oito atrás do Atlético-MG. O Corinthians ficou nos 50 pontos, dois a menos que o Bragantino, primeiro membro do G4. E os resultados de outros jogos ontem: São Paulo venceu por 2 a 0 contra o Palmeiras; Cuiabá venceu por 1 a 0 contra Internacional; Juventude venceu por 1 a 0 contra o Fluminense; Ceará SC venceu por 4 a 0 contra Fortaleza; Santos venceu por 2 a 0 contra Chapecoense. A 34ª rodada ocorre no sábado e domingo.
O município de Livramento de Nossa Senhora tem registrado dias de baixas temperaturas e segundo a previsão deve chover nos próximos dias. Felizmente o volume da barragem Luiz Vieira começa a modificar, hoje (17) o registro é de 60.748.357 m³, que equivale a 61,15% de sua capacidade total. Os meses de novembro e dezembro prometem muitas chuvas para o município de Livramento de Nossa Senhora, vindo a contribuir para aumentos satisfatórios no volume da barragem Luiz Vieira.
Terminou em 0X0 o clássico entre Brasil e Argentina na noite desta terça-feira (16). O resultado manteve a seleção de Tite invicta nas Eliminatórias da Copa do Catar, e também contribuiu para classificar a Argentina para a competição mundial.
Sem Neymar, Tite escolheu Vini Jr para o lado esquerdo do ataque. Matheus Cunha ganhou a vaga de Gabriel Jesus como centroavante e, na defesa, Fabinho e Éder Militão entraram nos lugares de Casemiro e Thiago Silva.
Apesar do empate, a Argentina se garantiu na competição depois do Chile perder para o Equador. Com o empate, o Brasil manteve a invencibilidade, a liderança e a distância de seis pontos para a vice-líder Argentina. São 35 pontos da Seleção Brasileira contra 29 dos argentinos. Na próxima rodada, a equipe comandada por Tite visita o Equador, no dia 27 de janeiro de 2022. A Argentina enfrenta o Chile na mesma data.
O governo federal começa a pagar nesta quarta-feira (17) o Auxílio Brasil – programa que substitui o Bolsa Família.
Segundo o Ministério da Cidadania, neste primeiro mês serão contempladas mais de 14,5 milhões de famílias, que receberão um total de mais de R$ 3,25 bilhões. O valor médio neste mês será de R$ 224,41 por família.
Em meio a muitas dúvidas sobre o novo programa social, agências da Caixa Econômica Federal (CEF) e postos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) amanheceram com filas por todo o país. Em muitos locais, o g1 conversou com trabalhadores que não sabem se terão direito ao Auxílio Brasil e qual será o valor do benefício, além de muitas pessoas em busca do cadastro para recebimento da ajuda.
Quem vai receber?
Neste mês de novembro, o Auxílio Brasil será pago a quem já era beneficiário do Bolsa Família – exceto aqueles que, ao longo do mês de outubro, tenham deixado de atender as regras do próprio bolsa. Serão cerca de 14,6 milhões de beneficiários.
Nesta quinta, recebem os beneficiários com número do NIS terminado em 1. Quem tem NIS terminado em outros dígitos receberá ao longo dos próximos dias – veja no calendário mais abaixo.
Quem ainda não recebia Bolsa Família, mas está inscrito no Cadastro Único e atende os requisitos do programa, poderá ser incluído nos próximos meses, mas não há garantias nem prazos. O Ministério da Cidadania promete adicionar mais 2,4 milhões de beneficiários em dezembro.
Quem ainda não está no CadÚnico precisa se inscrever para ser considerado para o programa. Veja aqui como se inscrever.
EM RESUMO:
- Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente este mês;
- Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva, e pode receber o Auxílio Emergencial no futuro, caso se enquadre nas regras do programa;
- Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber;
Calendário de pagamentos
O pagamento do Auxílio Brasil, assim como era com o Bolsa Família, será feito pelo dígito final do NIS dos beneficiários.
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Como saber se eu vou receber? E quanto?
A concessão e o valor do benefício poderão ser consultados:
Pelo telefone, o interessado deve:
- Ligar para 0800 426 02 07;
- Digitar a opção 3 (Auxílio Brasil e demais programas);
- Digitar a opção 4 (para saber se você foi incluído);
- Digitar o número do CPF ou do NIS;
Aplicativo Auxílio Brasil
O novo aplicativo substitui o antigo app do Bolsa Família. Quem já tinha o app do Bolsa deve apenas atualizá-lo para a nova versão, pela loja de aplicativos do próprio celular, caso a atualização não seja feita de forma automática.
Baixar o aplicativo
- clique aqui para instalar em celulares Android
- clique aqui para instalar em celulares Apple
- Clicar em 'consultar'
Acessar o app usando
- a senha que já era usada no aplicativo do Bolsa Família, OU;
- a senha do Caixa TEM, OU;
- se cadastrar no aplicativo; - Consultar benefício;
Como sacar?
Até a emissão de um novo cartão, os beneficiários poderão sacar o novo auxílio usando o cartão do Bolsa Família, da mesma forma que faziam com o antigo benefício.
Além disso, os benefícios serão pagos por meio das contas:
- Poupança Social Digital (Caixa TEM, usada também para o pagamento do Auxílio Emergencial);
- Conta Corrente de Depósito à vista;
- Conta Especial de Depósito à vista; e
- Conta Contábil (plataforma social do programa), usada apenas se o beneficiário não tiver nenhuma das anteriores.
Os canais para saque dos benefícios permanecem os mesmos: terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.
O final do ano é uma época na qual muitas pessoas compram novos produtos eletrônicos e, na maioria das vezes, os itens velhos ou que não funcionam mais são descartados, o que gera um problema para quem precisa se desfazer do bem e também para o meio ambiente.
Os eletroeletrônicos recebem o nome técnico de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE), e esta classificação abrange toda uma gama de objetos que vão desde celulares, computadores e ventiladores, até panelas elétricas, geladeiras e micro-ondas.“Uma das dificuldades é a conscientização do consumidor. Quando ele precisa de alguma coisa nova procura canais para comprar e sempre encontra. Um website novo, um aplicativo novo, um produto novo ou usado.
A dificuldade é realmente na hora de descartar, porque muita gente não tem consciência do que fazer e aí tudo acaba indo para o lixo comum”, afirma Sérgio de Carvalho Maurício, presidente da ABREE (Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos).
Assim como produtos que têm uma vida útil menor e são jogados no lixo diariamente, dispositivos eletrônicos que não têm mais utilizadade também precisam ser separados e descartados da maneira correta.Um relatório divulgado neste ano pela Green Eletron, empresa com foco na logística reversa de aparelhos eletrônicos, aponta que somente 3% do volume deste tipo de lixo foi reciclado no Brasil nos últimos 2 anos. Um dos motivos é o fato de que 33% das pessoas entrevistadas pelos pesquisadores nunca ouviram falar em pontos ou locais corretos para descarte de lixo eletrônico.
Entre as pessoas que conhecem algum ponto de coleta, apenas 7% revelaram descartar seus eletroeletrônicos da maneira correta. E dois motivos foram os mais citados para justificar o descarte inadequado: não saber onde há um coletor (20%) e conhecer um coletor mas ele ser distante da região da residência (21%).
Riscos ao meio ambiente e a melhor forma de descartar
Equipamentos que contém circuitos de refrigeração, como ar-condicionado, geladeira e frigobar, são considerados um dos mais nocivos à natureza, uma vez que eles armazenam gases refrigerantes. Se colocadas em locais inadequados, essas substâncias podem se desprender do circuito e acabarem contribuindo para o efeito estufa.
O presidente da ABREE ressalta também que muitos eletrodomésticos têm motores nas suas estruturas e, por conta disso, armazenam algumas quantidades de óleo que se não forem despejadas nos pontos corretos, podem contaminar o solo.
Os circuitos eletrônicos de computadores e celulares, por exemplo, têm quantidades significativas de metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio. Essas substâncias são altamente poluentes e o contato delas com o meio ambiente pode afetar a qualidade do solo e das águas de rios e lençóis freáticos.
Uma motocicleta Honda Biz, cor preta, estava estacionada nas proximidades da feira - livre no Distrito de Iguatemi nesta segunda-feira (16) e em consulta ao sistema de verificação de veículos, foi constatado que a motocicleta possuía restrição por roubo/furto. A Guarnição indagou populares sobre quem seria o condutor e diante da não identificação, a motocicleta foi recolhida até o Posto de Policiamento de Iguatemi. O veículo seguirá para a Delegacia Territorial de Livramento para ser apresentado.