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A greve dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal continua, mas uma decisão liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 60% do funcionamento dos serviços do banco sejam mantidos durante o movimento. A medida foi tomada pelo ministro Maurício Godinho Delgado na noite desta quinta-feira (24), após pedido da Caixa.A decisão vale para cada agência, com atendimento presencial ou remoto, e prevê multa diária de R$ 100 mil por sindicato em caso de descumprimento. A Caixa havia pedido que 80% dos trabalhadores fossem mantidos em atividade, mas o ministro determinou um percentual menor. O dissídio coletivo será analisado pelo TST na próxima terça-feira (29). Segundo o TST, a liminar busca garantir o atendimento de necessidades consideradas urgentes dos clientes e da sociedade, sem impedir o direito constitucional de greve. A decisão também mantém provisoriamente as regras do acordo coletivo de 2024 a 2026 para proteger os trabalhadores. O ministro não proibiu atos que dificultem o acesso às agências, por considerar que não havia indícios de abusos no movimento.
A greve começou em 10 de setembro, após negociações entre a Caixa e os funcionários terminarem sem acordo. O principal ponto de conflito é o plano de saúde Saúde Caixa. Os trabalhadores rejeitaram três propostas do banco, incluindo uma que previa aumento de 60% no valor da consulta em pronto-atendimento, de R$ 75 para R$ 120.Enquanto a paralisação continua, clientes podem realizar operações por canais digitais e outros pontos de atendimento, como aplicativo e site da Caixa, Caixa Tem, caixas eletrônicos, lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e Banco24Horas. Também estão disponíveis os aplicativos Cartões Caixa, Habitação Caixa e FGTS, além do WhatsApp e dos canais telefônicos do banco


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