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Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula 49% em simulação de segundo turno, diz pesquisa

Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula 49% em simulação de segundo turno, diz pesquisa

Foto: Reprodução

Pesquisa do instituto Palver, divulgada nesta quinta-feira (15), indica um cenário de empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais. Segundo o levantamento, Flávio aparece com 50% das intenções de voto, enquanto Lula registra 49%.

A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,3 pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico entre os dois candidatos.

O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 13 de outubro, considerando os votos totais estimulados. Ao todo, foram contabilizadas 5 mil entrevistas, com número efetivo de 1.783 respondentes, conforme os dados metodológicos divulgados pelo instituto.

A pesquisa foi conduzida por meio de questionário online, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08028/2026.


40% dos eleitores que não votaram no primeiro turno afirmam que não irão às urnas no segundo turno

40% dos eleitores que não votaram no primeiro turno afirmam que não irão às urnas no segundo turno

Foto: Reprodução

A pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (08) mostra que 40% dos eleitores que não votaram no primeiro turno afirmam que não irão às urnas no segundo turno, marcado para 25 de outubro. Outros 38% dizem que provavelmente também não votarão, enquanto 8% ainda consideram a possibilidade de comparecer.

O levantamento ouviu 1,6 mil pessoas entre os dias 6 e 7 de outubro, sendo 400 eleitores de Augusto Cury (Avante), 400 de Renan Santos (Missão), 400 de Ronaldo Caiado (PSD) e 400 eleitores indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.


Lula anuncia proibição das bets e nova fase do Desenrola em pacote contra endividamento

Lula anuncia proibição das bets e nova fase do Desenrola em pacote contra endividamento

Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta sexta-feira (25) Medida Provisória proibindo a operação de casas de apostas on-line no Brasil, além de lançar a terceira versão do programa Desenrola. As medidas fazem parte de um pacote voltado à redução do endividamento das famílias.

O que muda para as apostas

Ficam proibidas exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa em todo o território nacional, em qualquer meio: TV, rádio, internet, redes sociais, patrocínios esportivos e espaços físicos.

As regras entram em vigor imediatamente com a publicação da MP nº 1.394

Sites e aplicativos têm 10 dias para sair do ar. A partir da publicação, ficam vedados novos depósitos. Usuários podem sacar saldos e prêmios já apurados. Clubes e patrocinados têm 10 dias para retirar materiais publicitários. Menções acessórias em conteúdos antigos ficam permitidas.

Punições penais

O governo enviará ao Congresso projeto de lei com penas: 4 a 6 anos de reclusão + multa — para quem explorar ou operar plataformas; 2 a 4 anos de reclusão — para publicidade, recrutamento de apostadores, uso de dados para anúncios e intermediação financeira; Aumento de 1/3 na pena quando envolver jogos virtuais, como o chamado "jogo do tigrinho".

Contexto e motivação

O anúncio ocorre na reta final do primeiro turno das eleições (4 de outubro). Na ONU, Lula classificou as plataformas como negócios que transformam "vício em lucro" e "destruem lares". Pesquisa AtlasIntel aponta: 75% da população defende a proibição; 36% atribuem ao presidente a redução da adesão às apostas no país. As bets foram liberadas em 2018 (governo Temer) e regulamentadas em 2023, com cobrança de outorga de R$ 30 milhões. Receita entre janeiro e agosto de 2026: R$ 9,91 bilhões em tributos do setor.

Sobre o Desenrola

Trata-se da terceira edição do programa de renegociação de dívidas. Edições anteriores incluíram garantias bancárias, uso do FGTS e condições especiais para bons pagadores.


Quaest: 57% dos eleitores dizem que ausência em debates não muda decisão de voto

Quaest: 57% dos eleitores dizem que ausência em debates não muda decisão de voto

Foto/Reprodução: Google

Levantamento realizado pela Quaest aponta que a maioria dos eleitores brasileiros considera que a ausência de candidatos em debates eleitorais não interfere na escolha do voto. Segundo a pesquisa, 57% dos entrevistados afirmaram que a falta do candidato nesses encontros não muda sua decisão. Por outro lado, 37% disseram que tendem a votar menos em candidatos que deixam de participar dos debates. Apenas 3% declararam que a ausência poderia aumentar a intenção de voto, enquanto outros 3% não souberam ou preferiram não responder.De acordo com a pesquisa, o comportamento dos chamados eleitores independentes merece atenção. Esse grupo reúne pessoas que não se identificam claramente com a esquerda ou com a direita e é apontado como um segmento importante para a disputa pela Presidência da República. A pesquisa foi encomendada pela Globo e realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com mais de 2 mil entrevistas em diferentes regiões do país. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-07065/2026 e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais.


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