Foto:Joédson Alves/Agência Brasil
A Justiça Eleitoral iniciou em diferentes estados do país a preparação das urnas eletrônicas que serão utilizadas no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para o dia 4 de outubro.
O processo inclui a geração das mídias, a inserção dos dados oficiais dos eleitores, das seções e das candidaturas, além de testes de funcionamento e da lacração física dos equipamentos. Em São Paulo, por exemplo, cerca de 114,5 mil urnas começaram a ser preparadas nesta quarta-feira (23), com os trabalhos previstos para terminar até o dia 2 de outubro.
Na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral também iniciou os procedimentos de preparação das urnas em suas 199 zonas eleitorais. A etapa é acompanhada por representantes das entidades fiscalizadoras e pode ser acompanhada pela sociedade, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Antes da preparação física dos equipamentos, o Tribunal Superior Eleitoral concluiu, em 4 de setembro, a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições. Os programas passaram por testes e auditorias e, após a assinatura e lacração, suas versões ficam protegidas contra alterações.
Segundo o TSE, as urnas recebem lacres físicos após a inserção dos dados e a realização dos testes. Depois disso, os equipamentos são identificados conforme o município, o local de votação e a seção eleitoral e ficam preparados para serem transportados aos locais de votação.
Para as Eleições 2026, a Justiça Eleitoral trabalha com cerca de 560 mil urnas eletrônicas para atender mais de 158 milhões de eleitores em todo o país.
A preparação e a lacração fazem parte do conjunto de procedimentos de segurança e fiscalização adotados pela Justiça Eleitoral antes da votação.

