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Pesquisa PoderData aponta empate entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno

Pesquisa PoderData aponta empate entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno

Foto: Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem empatados com 50% dos votos válidos em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República, segundo pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta terça-feira (13).

O levantamento ouviu 3 mil eleitores por telefone, entre os dias 13 e 15 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04258/2026.

De acordo com as informações divulgadas, esta é a terceira rodada de pesquisas do instituto desde a definição do primeiro turno. O cenário considera apenas os votos válidos, excluindo os votos brancos e nulos.

Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (8), Flávio Bolsonaro aparecia com 53% das intenções de votos válidos, contra 47% de Lula. Em outro levantamento mencionado na divulgação, os percentuais eram de 51% para Flávio e 49% para o atual presidente.

Os resultados indicam uma aproximação entre os dois candidatos, que agora aparecem com 50% cada, dentro da margem de erro do levantamento.



Augusto Cury declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Augusto Cury declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) declarou, nesta quinta-feira (8/10), apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. O posicionamento foi formalizado em um Termo de Compromisso Público assinado pelos dois.


Terceiro colocado, Cury fala em manter “silêncio” no segundo turno

Terceiro colocado, Cury fala em manter “silêncio” no segundo turno

Foto: REUTERS/Tita Barros/ Proibido reprodução

O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, afirmou que vai ficar em “silêncio” em relação ao segundo turno, que será disputado entre o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva e o senador do PL pelo Rio de Janeiro (RJ) Flávio Bolsonaro.

"Eu me silencio completamente em relação àqueles que estarão no segundo turno, dizendo o seguinte, que ninguém está autorizado em meu nome e nem em nome do Júlio [Delgado, coordenador da campanha] a pedir ou dizer que vai apoiar qualquer um dos candidatos. E eu gostaria de me silenciar em relação a isso. Não quero responder nada em relação ao segundo turno”, disse a jornalistas na noite de ontem (4).

Em terceiro colocado no primeiro turno, Cury teve 3,44 milhões de votos, o que representou 2,89% dos votos válidos. O apoio do político do Avante torna-se alvo de disputa entre os candidatos que chegaram ao segundo turno.

Cury disse ainda que deve abandonar a vida político-partidária. "Hoje eu tenho claro dentro de mim 100% de convicção que eu não vou continuar na política. Amanhã ninguém sabe, mas eu costumo não mudar de opinião quando eu tenho uma convicção muito grande, até porque nós temos vários projetos", disse aos jornalistas.

O candidato do Avante fez uma campanha apelando para o fim da polarização do eleitorado. Em carta divulgada à imprensa após o resultado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele agradeceu os votos e cumprimentou os candidatos que passaram ao segundo turno. Cury pediu que Lula e Flávio Bolsonaro considerem as propostas dele durante o próximo governo.

“Quero que um conservador consiga ouvir um progressista sem odiá-lo; que um progressista consiga conversar com um conservador sem desumanizá-lo; que possamos criticar ideias sem destruir pessoas. Quem ganhar torço para que governe pensando em um Brasil de esperança”, escreveu, em nota.


Em Vitória da Conquista, Flávio Bolsonaro nega que oposição tenha ajuda do governo dos EUA nas eleições

Em Vitória da Conquista, Flávio Bolsonaro nega que oposição tenha ajuda do governo dos EUA nas eleições

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) negou, nesta quinta-feira (17), durante agenda de campanha em Vitória da Conquista, que a oposição brasileira receba ajuda do governo dos Estados Unidos. O senador foi questionado sobre a revelação de que a gestão Donald Trump apresentou ao governo Lula uma exigência relacionada à participação de "dissidentes políticos" nas eleições deste ano. Ele afirmou que o pleito será decidido pelos brasileiros e rejeitou a ideia de que a cobrança feita por Washington represente uma ajuda à oposição."Vamos ser bem claros, não existe ajuda do governo americano. Essa narrativa não vai colar, desculpa. Quem resolve a eleição é a gente aqui. A oposição tá disputando a eleição. A gente disputa a eleição com as regras que estão aí. E, se Deus quiser, vai ser no primeiro turno", afirmou.

Governo sanciona lei que abre caminho para redução de impostos sobre combustíveis

Governo sanciona lei que abre caminho para redução de impostos sobre combustíveis

redeimprensa📷

A presidência da República sancionou a Lei Complementar nº 235, de 27 de agosto de 2026 que estabelece regras para a redução de alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a  comercialização dos principais combustíveis. O texto foi aprovado no início do mês pelo Senado, após ter passado pela Câmara dos Deputados. A concessão de renúncias de receita visa diminuir os impactos econômicos no mercado internacional de energia decorrentes do conflito no Oriente Médio. A nova lei foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (28). O texto permite que eventual redução de tributos incidentes sobre combustíveis seja compensada por receitas extraordinárias obtidas pela União em razão da valorização do petróleo no mercado internacional.

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