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Os funcionários da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve em Vitória da Conquista e região. A categoria rejeitou a proposta apresentada pelo banco e decidiu continuar a paralisação por tempo indeterminado. A proposta foi apresentada pela Caixa na quinta-feira (10), mas não foi aceita pelos trabalhadores. Entre as principais reivindicações está a melhoria das condições relacionadas à saúde dos funcionários e de seus familiares. Segundo o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, a categoria segue mobilizada e cobra uma nova proposta por parte da Caixa. Com a manutenção da greve, o atendimento presencial nas agências da Caixa permanece afetado. Os clientes podem continuar utilizando os canais digitais e outros serviços disponíveis fora das agências. Na região, a paralisação ocorre enquanto os funcionários do Banco do Brasil já decidiram pelo encerramento da greve e têm retorno previsto para a próxima segunda-feira (14).
Rádio 88 FM
Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal começaram nesta quinta-feira (10) greve por tempo indeterminado na Bahia. A confirmação foi dada pelo presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Elder Perez, no âmbito da campanha salarial da categoria. No Banco do Brasil, a mesa de negociação foi reaberta durante a semana, mas sem novos avanços, já que a proposta anterior da instituição permaneceu inalterada — por isso, a paralisação foi mantida. Na Caixa, a nova rodada de negociação realizada na quarta-feira (9) também não produziu avanços; o programa Saúde Caixa é o principal ponto de impasse, e a greve seguiu confirmada. Já os funcionários do Banco do Nordeste não entrarão em greve como previsto inicialmente. A direção do sindicato decidiu suspender a paralisação diante do cenário nacional, uma vez que outras bases aprovaram a proposta e a continuidade da mobilização poderia isolar a Bahia. A oferta salarial do banco foi aceita por 67,8% dos votos. Os trabalhadores da rede privada, por sua vez, aprovaram em assembleia a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, com 63,38% de apoio.