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Nutricionista Isadora Tanajura

Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade

Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade

Foto: Anvisa/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de cinco novos medicamentos injetáveis para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade.

Os produtos serão comercializados na forma de canetas aplicadoras contendo semaglutida ou liraglutida – substâncias que atuam diretamente no metabolismo do paciente, auxiliando no controle da glicemia e na perda de peso.

A semaglutida e a liraglutida são princípios ativos que compõem os chamados medicamentos agonistas (ativadores) do receptor GLP-1 (sigla em inglês para Glucagon-Like Peptide-1, ou Peptídeo Semelhante ao Glucagon-1), um hormônio que, em condições ideais, é produzido naturalmente pelo intestino após a ingestão de alimentos e que sinaliza ao cérebro a sensação de saciedade.

As cinco novas canetas de GLP-1 são produzidas por dois laboratórios indianos, o Biocon e a OneSource Specialty e foram registradas, no Brasil, por três empresas: a Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos; Aché Laboratórios Farmacêuticos e a Dr. Reddys Farmacêutica do Brasil.

Os três novos medicamentos indicadas para o tratamento de diabetes são:

Aribet (liraglutida), fabricada pelo Biocon e comercializada pela Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos Ltda;

Embeltah (semaglutida), produzida pelo OneSource Specialtye registrada pela Dr. Reddys Farmacêutica do Brasil Ltda;

Sevema (semaglutida), registrada pela Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A e também fabricada pelo OneSource Specialty.

Já os medicamentos indicados para o tratamento de obesidade, em conjunto com exercícios físicos e mudança na alimentação, são:

Lyrza (liraglutida), cujo registro foi concedido à empresa Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos Ltda, da mesma empresa indiana Biocon;

Wylovol (liraglutida), fabricado pela Biocon e comercializado, no Brasil, pela Farma Vision.


Anvisa proíbe venda de insulina e tirzepatida irregulares

Anvisa proíbe venda de insulina e tirzepatida irregulares

Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e o uso de todos os lotes de insulina produzidos pela empresa Costa Mar Comércio Licitatório. A decisão foi publicada nesta terça-feira (6) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa informou que a empresa distribuiu insulina glargina 3 mL/100 UI sem a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) para a atividade, em desacordo com a legislação sanitária vigente.

Inspeção feita pela vigilância sanitária de Petrópolis (RJ) no início de setembro constatou que a empresa não funciona no endereço cadastrado e não detém licença sanitária identificada naquele local.

A Agência Brasil tentou contato com a empresa Costa Mar Comércio Licitatório Ltda., mas não houve retorno até a publicação da matéria. O espaço segue aberto para posicionamento.

Peptídeos

A resolução proíbe também a venda de diversos peptídeos sem registro, incluindo uma marca de tirzepatida, vendidos por meio do site https://www.peptideospro.com.

Peptídeos são moléculas produzidas pelo organismo humano para cumprir diversas funções, podendo atuar como hormônios ou na regulação de processos biológicos, incluindo cicatrização, ou até mesmo na resposta imunológica.

Mais recentemente, um hormônio peptídeo específico ficou bastante conhecido: o glucagon-1 (GLP-1), produzido naturalmente pelo corpo humano e responsável por regular o nível de saciedade e os níveis de açúcar no sangue.

Duas substâncias que imitam a atuação do GLP-1 surgiram como opções para o tratamento do diabetes e da obesidade: a tirzepatida e a semaglutida, popularmente conhecidas como canetas emagrecedoras.

Os produtos do site em questão, de acordo com a Anvisa, por estarem sem registro, não podem ser vendidos, fabricados, distribuídos, divulgados, transportados nem utilizados. As ações se aplicam a pessoas físicas/jurídicas ou veículos de comunicação.

A proibição também atinge peptídeos sem notificação ou cadastro na Anvisa fabricados por empresa desconhecida e à venda no site https://peptideosdobrasil.com.br/.

Confira a lista de produtos proibidos e que devem ser apreendidos:

BPC157 & TB500 40 mg – Alluvi Healthcare

NAD+ 1000 mg – Synedica Labs

Tirzegen 60 mg Tirzepatida – Oxygen Pharm

Retagen 40 mg Retatrutide – Oxygen Pharm

Glow GHK-CU 70 mg – Alluvi Healthcare

Retatrutide 40 mg – Alluvi Healthcare

Recolhimento

A Anvisa suspendeu ainda a venda, a distribuição e o uso do lote JNYJ1201 do antibiótico Imaavy - 300 mg, depois que a empresa Janssen - Cilag Farmacêutica informou ter recolhido voluntariamente o produto.

Segundo a fabricante, há possibilidade da presença de partículas de vidro no interior dos frascos do lote em questão.

A resolução da agência também determinou o recolhimento do lote 0000207107 do medicamento Lizbi - 2 mg/ml, fabricado pela empresa Halex Istar Indústria Farmacêutica SA.

“Foi confirmado o desvio de qualidade referente à perda de esterilidade da solução devido ao comprometimento da integridade da embalagem primária.”

A Agência Brasil entrou em contato com a empresa Halex Istar Indústria Farmacêutica SA. e aguarda um posicionamento.


Anvisa aprova medicamento para tratar esquistossomose em crianças

Anvisa aprova medicamento para tratar esquistossomose em crianças

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (30) o registro do medicamento Farmanguinhos Arpraziquantel, indicado para o tratamento da esquistossomose causada pelo parasita Schistosoma mansoni ou Schistosoma haematobium em crianças de 3 meses a 6 anos. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa destacou que a doença é considerada problema de saúde pública em regiões tropicais e subtropicais da África, da Ásia, do Caribe e da América do Sul.

“É uma doença tropical negligenciada, um grupo diversificado de condições que afeta predominantemente populações de baixa renda em todo o mundo e pode evoluir de formas assintomáticas a quadros clínicos extremamente graves.”

De acordo com a agência, quando ingerido, o arpraziquantel é absorvido pelos vermes nos vasos sanguíneos do paciente e causa espasmos musculares e paralisia nos parasitas, o que interrompe sua fixação aos vasos sanguíneos.

“O medicamento também danifica o tegumento, uma barreira que protege o parasita do sistema imunológico. Com isso, o corpo consegue destruir os vermes.”


Anvisa determina apreensão de medicamentos falsificados e suspende propagandas irregulares

Anvisa determina apreensão de medicamentos falsificados e suspende propagandas irregulares

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira (21) a apreensão de um lote falsificado do medicamento Phesgo, usado no tratamento do câncer de mama, e de três lotes falsificados da toxina botulínica Dysport. No caso do Phesgo, a medida envolve o lote B5011B05. Já os lotes falsificados do Dysport são P08191, P08192 e P22368. A Anvisa proibiu a venda, distribuição, armazenamento e uso dos produtos.A agência também suspendeu propagandas irregulares de medicamentos manipulados e proibiu a divulgação e venda de produtos à base de cannabis que não possuem autorização sanitária no Brasil. A orientação é que consumidores e profissionais de saúde verifiquem lote e procedência dos produtos antes do uso e comuniquem às autoridades qualquer suspeita de falsificação.


PRF apreende mais de mil ampolas de medicamento para emagrecimento sem registro da Anvisa na BR-116 em Vitória da Conquista

PRF apreende mais de mil ampolas de medicamento para emagrecimento sem registro da Anvisa na BR-116 em Vitória da Conquista

Foto: PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 1.133 ampolas do medicamento Tirzepatida, utilizado para tratamento de emagrecimento e sem registro sanitário no país, durante fiscalização realizada na tarde de terça-feira (15), no quilômetro 830 da BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O produto era transportado dentro de caixas de aparelhos eletrônicos em um ônibus que fazia a linha entre Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e Recife, em Pernambuco, e o passageiro responsável pelo material foi detido em flagrante. A abordagem ocorreu por volta do meio-dia, quando os policiais inspecionavam o compartimento de bagagens do veículo e identificaram uma mochila preta com características suspeitas no bagageiro superior. Ao abri-la, os agentes encontraram seis caixas de iPad que apresentavam sinais claros de adulteração e lacres diferentes dos padrões originais de fábrica; ao abrir as embalagens, descobriram que, em vez dos equipamentos, o interior continha centenas de ampolas do fármaco sem a autorização obrigatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização ou circulação no território nacional. O homem identificado como proprietário da mochila foi preso em flagrante e, juntamente com todo o material apreendido, conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Vitória da Conquista, onde responderá pelo crime relativo ao transporte de medicamentos sem registro junto ao órgão regulador.


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