Rádio 88 FM

Fala do Jornalista Raimundo Marinho

  • Por Redação do Jornal da 88

  • 03.Ago.2022 // 00h00

  • Geral

Fala do Jornalista Raimundo Marinho

Jornalista RAIMUNDO MARINHO 

Transcrição adaptada da fala na Rádio 88 FM – 03.08.2022 

Campanha eleitoral Em Livramento, obras e serviços públicos continuam sendo usados para promoção política de candidatos e pretensos candidatos! Dinheiro público custeando seguidas reeleições de vereadores e deputados. O próprio prefeito Ricardo Ribeiro rebaixou-se à condição de cabo eleitoral de um dos lados da disputa pelo cargo de governador da Bahia. Empolgado, chegou a dizer que Rui Costa é o maior governador da Bahia de todos os tempos, o que todo mundo sabe ser mentira e não existir avaliação a respeito.  

Ribeiro tomou partido de um lado, embora seja o prefeito de todos os livramentenses! E, com ele, a máquina administrativa, de interesse público, é vista se mobilizando, partidariamente. O dinheiro das emendas parlamentastes, criadas para democratizar o orçamento da União, são usadas eleitoralmente pelos deputados! E, como sempre, nas eleições nacionais, os vereadores se dividem, cada um apoiando seu candidato de estimação, protetor e até financiador! Um exemplo é o ex-presidente da Câmara, Aparecido Lima (situação), que trabalha para João Roma, contra o prefeito Ricardo Ribeiro, que apoia Jerônimo Rodrigues. 

Pedagogia dos precatórios Os profissionais da Educação, na Bahia, já massacrados pelo descaso do governo, vem passando por uma espécie de tortura psicológica, justamente por quem deveria defendê-los: as entidades sindicais, que criaram a expectativa, nunca cumprida, de que receberiam, direto em suas contas, dinheiro vivo dos precatórios do Fundef, obtidos na Justiça, por estados e municípios, relativos a diferenças que a União deixou de transferir para o fundo educacional, há mais de 20 anos. Ultimamente, uma demagógica jabutizada legislativa vem enganando os profissionais da Educação. Jabuti legislativo é quando um assunto estranho é introduzido num projeto de lei, como esse do dinheiro na conta dos servidores. 

É alardeado que o pagamento é confirmado pela Lei 14.325/2022. Mas o que essa lei garante é a destinação original dos recursos, prevista na lei que criou o Fundef, que não prevê distribuição de dinheiro, e sim a remuneração digna dos servidores da Educação. Por último, surgiu a denúncia de que o sindicato da categoria, APLB, quer ficar com parte do dinheiro. Seria na forma de honorários advocatícios, que os servidores seriam obrigados a pagar, para poder receber a tal grana! Essa exigência é considerada ilegal pela ACEB (Associação Classista de Educação e Esportes da Bahia), que acionou o MP. O próprio STF proibiu uso de precatórios para pagar honorários, por estados e municípios. Além disso, não há mais necessidade de advogados! 

Para refletir Falamos, hoje, sobre o sentido espiritual da alegria e felicidade, que sentimos ou buscamos sentir! Afinal, são as coisas mais procuradas, nesta vida. São como minúsculas faíscas de ouro, escondidas na imensidão de um garimpo. A busca exige trabalho duro e persistência. E podem demorar de serem encontradas. Devemos ter a paciência e obstinação de um garimpeiro. Mas, assim como um garimpeiro pode bamburrar, certas pessoas são alçadas, subitamente, ao pleno gozo da felicidade e do contentamento. São abençoados dos Céus, pela persistência, confiança e determinação. Contudo, não foi de uma hora para outra! Se olharmos sua história de vida, veremos que eram guiadas pelo espírito de Deus.  

Ninguém é alcançado pelo espírito divino se não tiver coração bom e alma generosa. Temos de ser gentis diante do mundo e de nossos semelhantes. Estamos aqui para contribuir com o plano do Criador, sendo duros na defesa da sua lei, mas sem nunca perder a ternura de nossos corações. Vamos olhar com piedade e benevolência para todas as formas de vida. E se não pudermos abranger tudo, em face da grandeza do Universo, vamos cuidar pelo menos do que está perto de nós. Cada pessoa, cada ser vivo colocado perante nós é um desafio à nossa generosidade, paciência e à nossa fé em Deus. 

Cada dia vivido deverá ser um crédito em nossa conta nos Céus. Vamos terminar o trabalho diário cansados, mas felizes e alegres por alcançar a consciência de que fomos multiplicadores da verdade de Deus e dos ensinamentos de Jesus. Não tenha vergonha de proclamar, abertamente, que ama o Cristo, assim como a noiva não hesita em se entregar ao noivo amado, como se fosse uma parte dele. A grandeza do espírito não se forma pela ira nem por passar nosso semelhante para traz. Forma-se pelo quanto formos generosos! Pensem nisso! 

Jornalista RAIMUNDO MARINHO 

Transcrição adaptada da fala na Rádio 88 FM – 03.08.2022 

   

Campanha eleitoral Em Livramento, obras e serviços públicos continuam sendo usados para promoção política de candidatos e pretensos candidatos! Dinheiro público custeando seguidas reeleições de vereadores e deputados. O próprio prefeito Ricardo Ribeiro rebaixou-se à condição de cabo eleitoral de um dos lados da disputa pelo cargo de governador da Bahia. Empolgado, chegou a dizer que Rui Costa é o maior governador da Bahia de todos os tempos, o que todo mundo sabe ser mentira e não existir avaliação a respeito.  

Ribeiro tomou partido de um lado, embora seja o prefeito de todos os livramentenses! E, com ele, a máquina administrativa, de interesse público, é vista se mobilizando, partidariamente. O dinheiro das emendas parlamentastes, criadas para democratizar o orçamento da União, são usadas eleitoralmente pelos deputados! E, como sempre, nas eleições nacionais, os vereadores se dividem, cada um apoiando seu candidato de estimação, protetor e até financiador! Um exemplo é o ex-presidente da Câmara, Aparecido Lima (situação), que trabalha para João Roma, contra o prefeito Ricardo Ribeiro, que apoia Jerônimo Rodrigues. 

  

Pedagogia dos precatórios Os profissionais da Educação, na Bahia, já massacrados pelo descaso do governo, vem passando por uma espécie de tortura psicológica, justamente por quem deveria defendê-los: as entidades sindicais, que criaram a expectativa, nunca cumprida, de que receberiam, direto em suas contas, dinheiro vivo dos precatórios do Fundef, obtidos na Justiça, por estados e municípios, relativos a diferenças que a União deixou de transferir para o fundo educacional, há mais de 20 anos. Ultimamente, uma demagógica jabutizada legislativa vem enganando os profissionais da Educação. Jabuti legislativo é quando um assunto estranho é introduzido num projeto de lei, como esse do dinheiro na conta dos servidores.  

  

É alardeado que o pagamento é confirmado pela Lei 14.325/2022. Mas o que essa lei garante é a destinação original dos recursos, prevista na lei que criou o Fundef, que não prevê distribuição de dinheiro, e sim a remuneração digna dos servidores da Educação. Por último, surgiu a denúncia de que o sindicato da categoria, APLB, quer ficar com parte do dinheiro. Seria na forma de honorários advocatícios, que os servidores seriam obrigados a pagar, para poder receber a tal grana! Essa exigência é considerada ilegal pela ACEB (Associação Classista de Educação e Esportes da Bahia), que acionou o MP. O próprio STF proibiu uso de precatórios para pagar honorários, por estados e municípios. Além disso, não há mais necessidade de advogados! 

  

Para refletir Falamos, hoje, sobre o sentido espiritual da alegria e felicidade, que sentimos ou buscamos sentir! Afinal, são as coisas mais procuradas, nesta vida. São como minúsculas faíscas de ouro, escondidas na imensidão de um garimpo. A busca exige trabalho duro e persistência. E podem demorar de serem encontradas. Devemos ter a paciência e obstinação de um garimpeiro. Mas, assim como um garimpeiro pode bamburrar, certas pessoas são alçadas, subitamente, ao pleno gozo da felicidade e do contentamento. São abençoados dos Céus, pela persistência, confiança e determinação. Contudo, não foi de uma hora para outra! Se olharmos sua história de vida, veremos que eram guiadas pelo espírito de Deus.  

 
Ninguém é alcançado pelo espírito divino se não tiver coração bom e alma generosa. Temos de ser gentis diante do mundo e de nossos semelhantes. Estamos aqui para contribuir com o plano do Criador, sendo duros na defesa da sua lei, mas sem nunca perder a ternura de nossos corações. Vamos olhar com piedade e benevolência para todas as formas de vida. E se não pudermos abranger tudo, em face da grandeza do Universo, vamos cuidar pelo menos do que está perto de nós. Cada pessoa, cada ser vivo colocado perante nós é um desafio à nossa generosidade, paciência e à nossa fé em Deus. 

  

Cada dia vivido deverá ser um crédito em nossa conta nos Céus. Vamos terminar o trabalho diário cansados, mas felizes e alegres por alcançar a consciência de que fomos multiplicadores da verdade de Deus e dos ensinamentos de Jesus. Não tenha vergonha de proclamar, abertamente, que ama o Cristo, assim como a noiva não hesita em se entregar ao noivo amado, como se fosse uma parte dele. A grandeza do espírito não se forma pela ira nem por passar nosso semelhante para traz. Forma-se pelo quanto formos generosos! Pensem nisso!