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Maior número de casos ativos para Covid-19 foi em registrado ontem em Livramento

  • Por Redação do Jornal da 88

  • 17.Fev.2022 // 00h00

  • Geral

Maior número de casos ativos para Covid-19 foi em registrado ontem em Livramento

O município de Livramento de Nossa Senhora vive um dos piores momentos relacionado a pandemia da Covid-19. Isso porque muitos casos têm surgido, e no curto espaço de tempo entre o início de janeiro e o atual período, já foram registrados 7 óbitos pela doença. Segundo dados do Boletim Informativo, 227 pessoas estão ativas para o vírus, e o crescente número deu origem ao terceiro recorde do primeiro semestre. O primeiro maior pico nos casos ativos deste ano, ocorreu no dia 07 de fevereiro, quando o registro era de 194 ativos. O segundo recorde do ano aconteceu no último dia 15, com 205 ativos e, agora, a terceira alta nos casos que marcou 227 pessoas ativas, foi registrada no dia de ontem. Outro recorde que chama a atenção de maneira negativa são os óbitos. Iniciamos o ano com 77 óbitos e foram registrados mais 7 desde o início do primeiro mês até agora. Segundo o último boletim que foi divulgado ontem, mais 26 pessoas passaram por exames e seguem aguardando os resultados. Do início dos registros até o momento, são 3.997 confirmações e, felizmente, 3.686 curas. O último decreto foi publicado no dia 11 de janeiro, sendo assim o primeiro de 2022, e permaneceu em vigência até dia 31 do mesmo mês. Nenhum outro decreto foi publicado até a atual ocasião, e o decreto do estado que permanece em vigor em toda a Bahia não está sendo cumprido pela população livramentense, tal como não existe fiscalização por parte do poder público municipal ou uma imposição dos mesmos para com o comércio local e para com os munícipes, a fim de que as normas sejam seguidas.

 

Além do fato citado anteriormente, diversas pessoas têm feito relatos de que vão à UPA 24 Horas para realizar o RT-PCR, apresentando todos os sintomas do vírus e, ainda assim, não conseguem realiza-lo, inclusive, uma ouvinte nos concedeu a informação de que procurou a Unidade de Pronto Atendimento, tendo esta perdido o olfato e o paladar, e mesmo com os característicos sintomas da contaminação o teste não foi realizado , tendo sido agendando para que fosse feito somente 5 dias depois. Quando o exame foi finalmente executado, a paciente em questão já estava curada, e isso deu-se em decorrência do longo período de espera, pois perante tantos dias de delongamento o vírus já não era mais detectável no teste rápido, fornecendo então um resultado negativo, o que não pôde determinar com precisão o verdadeiro diagnóstico. Alguns moradores do município dizem ainda que é um absurdo ter-se a necessidade de marcar um dia com um intervalo tão longo de tempo para saber se é ou não portador da doença, outros dizem também que não está havendo o acompanhamento necessário por parte do município em relação aos positivados, para que se saiba exatamente o número de pessoas em tratamento e o número de pessoas curadas.